O Reino dos Devas Segundo Alice Bailey: os Construtores Invisíveis
Introdução
Os artigos desta biblioteca sobre os Agnishvattas e sobre os Devas e Elementais do Fogo já apresentaram a classificação cósmica do reino devico, suas três grandes divisões e a origem do próprio Lótus Egóico humano.
Este artigo trata de uma pergunta diferente e mais prática:
qual é, exatamente, a relação de trabalho entre o ser humano e esse reino paralelo, como ela funciona tecnicamente, e quais são seus riscos reais, não romantizados.
Alice Bailey oferece respostas notavelmente específicas para essas perguntas, e também corrige, com a mesma precisão, algumas das simplificações mais comuns que circulam sobre o tema.
Devas Não Constroem a Matéria: Eles São a Matéria
A Treatise on Cosmic Fire oferece, nesta pesquisa, a afirmação mais radical sobre a própria natureza da matéria:
ela não é um substrato neutro que os devas depois organizam;
ela já é, desde o início, a própria substância viva desses seres.
‘toda matéria é matéria viva, ou é a substância vital de entidades devas.
Por exemplo, um plano, e as formas construídas com a substância desse plano particular, é a forma material ou o invólucro de um grande deva, que é a essência por trás da manifestação e a alma do próprio plano.’
Bailey acrescenta ainda:
‘todas as formas, vibrando em qualquer nota-chave, são fabricadas pelos devas construtores a partir da matéria de seus próprios corpos.
Por isso são chamados o aspecto Mãe, pois produzem a forma a partir de sua própria substância.’
É uma afirmação que muda completamente a própria imagem popular do tema:
não existe, em lugar nenhum do sistema solar, um centímetro de matéria que seja apenas ‘coisa’;
cada partícula é, literalmente, tecido vivo de alguma entidade deva.
Como os Devas Evoluem: Limitação, Não Dor
Bailey traça uma distinção precisa entre a evolução humana e a evolução devica, que vale a pena citar com exatidão, corrigindo uma simplificação comum:
‘o homem está evoluindo por meio de contato e experiência.
Ele se expande.
Os devas evoluem por meio da diminuição do contato.
A limitação é a lei para eles… o homem busca o autocontrole.
Os devas precisam se desenvolver sendo controlados… o homem é inatamente Amor, a Força que produz coerência.
Os devas são inatamente inteligência, a força que produz atividade.’
Ela confirma ainda, de forma ainda mais direta, que os devas não operam por escolha individual da forma como os seres humanos entendem esse termo:
‘os devas não trabalham como unidades conscientes individualizadas através de propósitos autoiniciados, como faz um homem…
mas trabalham em grupos, sujeitos a:
impulso inerente, ou inteligência ativa latente;
ordens emitidas pelos Construtores maiores;
ritual, ou compulsão induzida através de cor e som.’
É essa última frase que resume, com mais precisão do que qualquer ideia de ‘alegria’, o próprio mecanismo da obediência devica: ordens, ritual, e compulsão por cor e som, não escolha individual nem emoção positiva como tal.
Os Devas Violetas: a Porta de Entrada Para a Cura
Entre as muitas classificações já exploradas noutros artigos desta biblioteca, existe um grupo específico cuja relevância para a prática de cura energética merece destaque próprio: os Devas Violetas.
Bailey confirma sua existência direta e repetidamente:
‘devas de todos os tipos e cores são encontrados nos níveis etéricos físicos, mas a tonalidade predominante é violeta, daí o termo tão frequentemente empregado, os devas das sombras.
Com a entrada do raio cerimonial violeta, temos a amplificação da vibração violeta, sempre inerente nesses níveis, e, portanto, a grande oportunidade de contato entre os dois reinos.’
Ela confirma ainda sua ligação direta ao Sétimo Raio já tratado em artigo próprio desta biblioteca:
‘o Senhor do Raio da Magia Cerimonial, que incorpora o raio violeta ou hierarquia, tem uma relação especial com o plano búdico.’
Bailey detalha ainda sua função específica:
‘existem certos grandes grupos de devas, chamados os devas das sombras, ou os devas violetas, que estão intimamente ligados ao desenvolvimento evolutivo do corpo etérico do homem, e que lhe transmitem radiação solar e planetária.’
A Treatise on White Magic confirma ainda uma hierarquia interna entre três tonalidades:
‘os tipos mais baixos de devas, ou construtores, no Caminho evolutivo, são os devas violetas;
depois vêm os verdes, e, por último, os devas brancos.’
Ela acrescenta que o próprio caminho evolutivo desses devas específicos passa pelo sentimento:
‘para os devas violetas, o caminho de realização passa pelo sentimento, e pela educação da raça no aperfeiçoamento do corpo físico.’
‘Os Devas Constroem e a Humanidade Quebra’
A Treatise on White Magic oferece, citando um Comentário Antigo, a formulação mais precisa e mais citável de toda esta pesquisa sobre a própria divisão de trabalho entre os dois reinos:
‘as vidas devas que constroem as formas habitadas por todos os Filhos de Deus não conhecem dor, nem perda, nem pobreza.
A forma decai, as outras formas se retiram.’
Bailey acrescenta seu próprio comentário:
‘os devas não sofrem dor como a humanidade sofre. Seu ritmo é mais estável…
eles aprendem através da aplicação ao trabalho de construir, e através da incorporação na forma daquilo que é construído…
os devas constroem e a humanidade quebra, e através do estilhaçamento das formas o homem aprende através do descontentamento.’
Esoteric Healing confirma essa mesma divisão de trabalho em termos ainda mais técnicos:
‘a alma é a construtora da forma, a força construtiva na manifestação…
os construtores da forma são os senhores lunares, os elementais físico, astral e mental.’
É a formulação mais honesta já encontrada sobre a relação entre arquiteto e construtor:
não é que qualquer pensamento humano, bom ou mau, automaticamente faça os devas correrem para obedecer de forma mágica e instantânea;
é que a própria alma, quando no comando, dirige esses construtores específicos, e quando não está no comando, são eles que assumem o volante, com consequências bem reais.
O Mecanismo: Som, Cor e Vibração
Bailey confirma, com precisão técnica, que o mecanismo real pelo qual os devas respondem à atividade humana não é um ‘tom musical’ metafórico, mas som e vibração em sentido literal.
A Treatise on White Magic cita uma formulação hindu direta:
‘o Grande Cantor construiu os mundos, e o Universo é Sua Canção.’
Ela confirma ainda o mecanismo técnico:
‘a vibração, emanando do reino da subjetividade em resposta ao som e à luz, produz resposta na matéria, e portanto atrai ou reúne os átomos a partir dos quais moléculas, células, organismos, e finalmente a forma integrada podem ser construídos.’
As próprias Regras da Magia, já parcialmente tratadas em artigo próprio desta biblioteca, nomeiam esse mecanismo centro por centro:
‘os devas dos quatro inferiores sentem a força quando o olho se abre;
são expulsos e perdem seu mestre’ e ‘os Agnisuryans respondem ao som. As águas sobem e descem.’
Bailey detalha ainda, no comentário à primeira dessas regras, o efeito específico sobre cada elemento:
o elemental da terra, soma total das vidas que formam o corpo físico, é controlado; o elemental do corpo astral sofre um efeito similar, mais um efeito estabilizador.
É a confirmação mais precisa possível:
o mecanismo de resposta devica não é metáfora poética sobre pensamentos bonitos;
é som, luz e vibração, operando sobre substância que já é, ela mesma, deva.
Os Agnisuryans e as Águas Violentas do Astral
Bailey confirma que o grupo de devas ligado especificamente ao plano astral, os Agnisuryans já mencionados em artigo próprio desta biblioteca, constitui literalmente a substância desse plano, não apenas o governa de fora:
‘começamos aqui considerando aqueles grupos de devas que são a substância do plano astral…
a subjugação dos Agnisuryans, que constituem o corpo astral do homem e são a substância viva do próprio plano astral.’
Ela confirma ainda que esse mesmo plano é, de fato, um campo de batalha genuinamente violento:
‘o plano astral é o principal campo de batalha do homem…
o corpo astral é a sede da vibração mais violenta do homem.’
Bailey nomeia três forças específicas que animam e distorcem essa substância, entre elas o medo:
‘seu poder é enormemente agravado pela forma-pensamento que nós mesmos construímos de nossos próprios medos e fobias individuais.’
É uma confirmação importante, embora mais sóbria do que a imagem de ‘tempestades devicas alimentadas por ódio humano’:
Bailey nunca descreve os Agnisuryans transformando-se literalmente em tempestades;
o que ela confirma é algo talvez ainda mais direto, que a própria substância viva do plano astral já é, em si mesma, violentamente agitada, e que o medo humano, através das formas-pensamento que cria, agrava ainda mais essa condição já instável.
Os Elementais do Próprio Corpo
Esoteric Healing esclarece, com uma precisão que corrige qualquer simplificação sobre ‘vícios sendo pequenos devas rebeldes’, o que realmente acontece quando a alma perde o controle sobre o próprio corpo:
‘quando a alma controla a forma envolvida, há saúde.
A alma é a construtora da forma, a força construtiva na manifestação…
quando a alma não está no controle, e as forças da natureza da forma são, portanto, os fatores controladores, haverá doença.
Os construtores da forma são os senhores lunares, os elementais físico, astral e mental.’
Ela acrescenta uma observação valiosa sobre a própria tendência natural desses elementais:
‘a tendência natural dessas vidas elementais…
é bloquear e frustrar os esforços’ da própria alma que busca retomar o controle.
A Treatise on White Magic oferece uma analogia cósmica para essa mesma estrutura:
‘a energia dessa vida involutiva maior tem um efeito potente sobre aquela outra pequena vida involutiva que constitui nosso elemental astral.
O fato que protege da completa identificação sensível com essa vida maior é a individualidade do homem, e a potência de sua personalidade rapidamente coordenada.’
É uma confirmação valiosa: o próprio elemental astral de cada pessoa, soma total das vidas menores que compõem o corpo das emoções, tem uma tendência inercial própria, e apenas a individualidade já desenvolvida e a personalidade coordenada protegem contra sua influência excessiva, não qualquer barreira automática.
Quando os Construtores Não Obedecem: Doença Como Fricção Elemental
Esoteric Healing oferece uma camada adicional sobre a própria causa da doença, raramente discutida com esse grau de literalidade:
parte da doença, segundo Bailey, não tem origem psicológica alguma, mas é inerente à própria natureza elemental da matéria.
‘este conflito ou fricção é a causa principal daquilo que vocês chamam de doença.
A doença é desarmonia;
é a falha do fogo por fricção; áreas doentes são áreas de fricção, nas quais a substância atômica está temporariamente afirmando seu próprio tipo de vivacidade…
a fricção que ocorre quando os senhores lunares não são dóceis produz a doença.’
Ela confirma: ‘a doença, portanto, não é causada por pensamento errado, como já disse muitas vezes…
é inerente à própria natureza da forma, sendo indicativa das imperfeições das quais o próprio espírito da terra sofre.’
É uma confirmação importante que equilibra qualquer leitura excessivamente psicologizante da doença, já tratada com mais detalhe no artigo desta biblioteca sobre a raiz invisível da doença:
parte dela, segundo essa leitura, é simplesmente fricção elemental, não um sintoma de culpa ou erro mental a ser resolvido.
O Perigo Real do Contato Prematuro
Bailey nomeia, com uma seriedade rara mesmo para seus próprios padrões, o dano específico e real de tentar contatar prematuramente os devas ou elementais maiores.
Sobre o próprio Espírito da Terra, o Senhor de todos os senhores lunares:
‘não aconselho nenhum estudante interessado a refletir excessivamente nessa linha, ou a tentar estabelecer contato ou invocar sua ajuda.
Apenas iniciados de alto grau podem lidar com segurança com esse poderoso Elemental involutivo…
um indivíduo não altamente desenvolvido que tentasse estabelecer rapport provavelmente conseguiria apenas estimular os senhores lunares de seu próprio pequeno sistema a tal ponto que sua natureza inferior seria indevidamente energizada, às vezes até o ponto da morte.’
É a confirmação mais direta e mais séria de todo este artigo sobre o próprio risco:
não se trata de devas menores sendo ‘sedutores ou cobiçosos’, uma caracterização que a própria doutrina de Bailey contradiz diretamente, já que os devas não possuem motivo individualizado algum;
o risco real é a superestimulação descontrolada da própria natureza elemental inferior de quem tenta o contato sem preparo.
Bailey confirma ainda, por um ângulo distinto, o mesmo tipo de risco ligado à mediunidade comum:
‘a mediunidade é perigosa.
Por quê?
Porque o corpo mental não está envolvido, e assim a alma não está no controle.
O médium é um instrumento inconsciente;
ele não é ele mesmo o fator controlador;
ele é controlado.’
E acrescenta uma distinção prática valiosa:
‘a inspiração é sempre segura, enquanto a mediunidade é sempre a ser evitada.’
Ela cita ainda, como exemplo histórico do mau uso dessa mesma relação, a magia atlante:
‘os rituais cuidadosamente planejados seguidos por aqueles que buscavam se enriquecer…
este trabalho mágico era a travestia mal direcionada da Magia Branca.’
A Cura em Cooperação Consciente: Quando um Deva Escolhe Ajudar
Esoteric Healing revela, numa das passagens mais notáveis de toda esta pesquisa, que existe, sim, uma forma genuína de cooperação consciente entre curadores avançados e devas específicos dedicados à cura, mas com uma condição que inverte a expectativa comum:
não é o curador que inicia essa relação. ‘outros curadores…
trabalham em cooperação com um deva curador.
Tais devas existem, e têm o poder de conceder vida.
Eles são, para os senhores lunares involutivos, o que os grandes Seres em Shamballa são para nós.
Não são uma ameaça à humanidade, mas não são facilmente alcançados, exceto em certo estágio do Caminho…
as relações se estabelecem por afinidade, mas isso só pode ser trazido pelo deva, e não pelo curador.
Se o curador é muito avançado, seu Mestre pode instruir um dos devas servidores a ajudá-lo.
Apenas curadores de grande pureza e de motivo completamente altruísta conseguem atrair esses anjos, e quando o fazem, a potência de sua cura é muito maior.’
Bailey liga ainda essa mesma cooperação futura diretamente ao Sétimo Raio que já está entrando em manifestação, confirmado noutro artigo desta biblioteca:
‘a técnica do sétimo raio.
Energia e força devem se encontrar, e assim o trabalho é feito.
Cor e som, em sequência ordenada, devem se encontrar e se misturar, e assim o trabalho da magia pode prosseguir…
é essa técnica de atração e substituição que será levada a um ponto refinado de expressão científica na nova era que se aproxima, na qual o sétimo raio dominará nosso planeta.’
A Treatise on White Magic confirma essa mesma expectativa:
‘a fusão da evolução deva ou angélica com a humana.
Este é um mistério que será resolvido à medida que o homem chegar à consciência de seu próprio Anjo Solar.’
Evolução Paralela, Fusão Futura
Bailey confirma que as duas linhas de evolução, humana e devica, embora distintas em método, não permanecem separadas para sempre.
‘nos três mundos, temos as evoluções paralelas, deva e humana, em suas muitas gradações variadas…
embora as duas evoluam através de interação uma com a outra.
Nos quatro mundos superiores, temos essa dualidade vista como unidade…
o Divino Hermafrodita, ou o Homem Celestial…
nEle, esses dois grandes aspectos da divindade são igualmente mesclados, e no curso do mahamanvantara os Deuses imperfeitos se tornam perfeitos.’
Ela oferece ainda uma imagem concreta e quase profética sobre o próprio futuro próximo dessa aproximação, especificamente através dos devas violetas já tratados neste artigo: ‘à medida que condições de harmonia gradualmente evoluem a partir do atual caos mundial, devas e seres humanos se encontrarão como amigos…
crianças frequentemente nascerão que verão etericamente com a mesma facilidade com que o ser humano médio vê fisicamente.’
É uma confirmação notável:
a mesma visão etérica já tratada no artigo desta biblioteca sobre o corpo etérico não é apenas uma faculdade técnica isolada;
é, segundo essa leitura, literalmente a porta de entrada através da qual as duas evoluções paralelas, humana e devica, finalmente se encontrarão face a face.
O Que Isso Muda na Prática de Cura Energética
Reunir esse material corrige, com a mesma honestidade já aplicada noutros artigos desta biblioteca, algumas das imagens mais sedutoras e menos precisas sobre o reino devico:
os devas não recompensam bons pensamentos com construção mágica instantânea, nem punem maus pensamentos com tempestades vingativas;
eles respondem a som, cor e vibração dentro de uma estrutura de ordens e compulsão que não envolve motivo pessoal algum, nem bom nem mau.
O verdadeiro risco de contato prematuro não é sedução por entidades menores, mas a superestimulação descontrolada da própria natureza elemental inferior de quem tenta o contato despreparado.
E a cooperação mais elevada já descrita, a de um deva curador trabalhando ao lado de um terapeuta avançado, não é algo que se convoca; é algo que, segundo Bailey, apenas a pureza e o altruísmo genuínos conseguem eventualmente atrair.
Conclusão
O Reino dos Devas, segundo Alice Bailey, não é um exército de construtores obedientes esperando ordens de pensamentos humanos bem-intencionados;
é a própria substância viva de toda a matéria manifestada, evoluindo por um caminho de limitação e obediência ritual a cor e som, radicalmente distinto do caminho humano de contato e autocontrole.
Os devas violetas abrem, de fato, uma porta real de cooperação futura ligada ao Sétimo Raio, mas essa cooperação, quando genuína, é sempre iniciada pelo próprio deva, nunca pelo curador.
O risco real do contato apressado não é sedução, mas autoestimulação descontrolada da própria natureza elemental inferior.
E o destino final das duas linhas evolutivas, humana e devica, não é permanecerem para sempre separadas, mas, segundo a própria Bailey, se encontrarem, cada vez mais, como amigos.
Fontes diretas: A Treatise on Cosmic Fire (‘2. The Fire Devas, the Greater Builders’, a evolução por limitação, não dor; ‘4. The Fire Elementals, the Lesser Builders’, os devas violetas e a fusão futura; ‘IV. The Future of Manas’, os postulados sobre matéria viva e devas sem livre-arbítrio individualizado; ‘1. The Creation of Thought Forms’ e ‘3. Fifteen Rules for Magic’, o mecanismo de som e cor; ‘Division C – The Etheric Body and Prana’, os devas violetas e a transmissão de prana); A Treatise on White Magic (‘The Creative Work of Sound’, o mecanismo de som e vibração; ‘Rule Six’ e ‘Types of Astral Force’, as regras de magia; ‘The Prisoners of the Planet’, ‘os devas constroem e a humanidade quebra’; ‘The Founding of the Hierarchy’, a hierarquia violeta-verde-branco; ‘The Soul and Its Thought-Forms’, o perigo da mediunidade; ‘The Right Use of Energy’, o elemental astral; ‘Soul Light and Body Light’, a fusão deva-humana); Esoteric Healing (Capítulo II, a magia atlante; Capítulo IV, a cooperação devica segura; Capítulo V, o elemental físico e astral na morte; Capítulo VIII, Leis VI e VIII, a alma como construtora, a doença como fricção elemental, o perigo do Espírito da Terra, o deva curador; Capítulo IX, a técnica do sétimo raio).


