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As Sete Leis do Sistema Solar Segundo Alice Bailey

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As Sete Leis do Sistema Solar Segundo Alice Bailey

Introdução

Abaixo das três grandes leis cósmicas, Economia, Atração e Síntese, Alice Bailey coloca sete leis que governam o nosso sistema solar.

Em A Treatise on Cosmic Fire, ela as apresenta como subsidiárias das três:

“Subsidiárias às três leis maiores, encontramos as sete leis do nosso sistema solar.

De novo a lei de analogia esclarece, e os três se tornam os sete, como em outras partes do esquema logóico.”

Cada uma dessas leis tem o seu plano.

Bailey as enumera de cima para baixo, do plano mais alto ao físico, e, em Esoteric Psychology, Vol. II, explica o seu alcance:

elas “produzem o desdobramento evolutivo do homem, a pessoa, e do homem, a alma”, e “dizem respeito ao lado forma da vida”.

As sete Leis da Alma, que só começam a agir no Caminho, têm artigo próprio:

“As Sete Leis da Alma Segundo Alice Bailey”.

Este texto trata das sete leis da forma, das três leis que regem o homem nos três mundos e das leis da morte e da abstração que nascem delas.

O mapa completo de todas as leis está em “As Leis Segundo Alice Bailey: a Arquitetura da Lei”.

O Mapa das Sete

Nos Postulados Introdutórios de Cosmic Fire, Bailey diz que cada uma dessas leis “se manifesta primariamente num ou noutro dos sete planos do sistema solar”, e que “cada lei entra periodicamente no poder, e cada plano tem o seu período de manifestação e o seu período de obscurecimento”.

A correspondência é esta:

LeiPlanoO que governa, segundo Bailey
1. VibraçãoPrimeiro, o logóico“A base da manifestação”; “a lei atômica do sistema”
2. CoesãoSegundo, o monádico“Primeiro plano molecular do sistema, e o lar da Mônada”
3. DesintegraçãoTerceiro, o átmico“O desprendimento final dos invólucros”
4. Controle MagnéticoQuarto, o búdicoO controle da personalidade pela Mônada por meio do corpo egóico
5. FixaçãoQuinto, o mental“A mente controla e estabiliza, e o resultado é a coerência”
6. AmorSexto, o astral“A transmutação da natureza de desejo”
7. Sacrifício e MorteSétimo, o físico“A destruição da forma, para que a vida em evolução possa progredir”

A mesma lei vale também no subplano de mesmo número em cada plano.

Bailey dá o exemplo da quarta:

o Controle Magnético rege o quarto subplano de cada plano, a quarta ronda e, de modo especial, a quarta raça-raiz, a atlante.

Os raios se distribuem pelas leis em três grupos.

O aspecto Poder, o primeiro raio, liga os planos 1 e 5 e as Leis de Vibração e Fixação.

O aspecto Amor, o segundo raio, liga os planos 2, 4 e 6 e as Leis de Coesão, Controle Magnético e Amor.

O aspecto Atividade, o terceiro raio, liga os planos 3 e 7 e as Leis de Desintegração, Sacrifício e Morte.

“É lógico”, diz Bailey, que o segundo raio governe três planos, “pois, acima de tudo, somos as Mônadas do Amor, e o Amor é a nossa síntese.”

Uma nota de rodapé de Cosmic Fire mostra como o amor atravessa o sistema em três alturas: no segundo plano está a Lei de Coesão; no segundo plano da Tríade manifestada, a Lei de Controle Magnético; e no segundo plano da Personalidade, a Lei do Amor.

1. A Lei de Vibração

A primeira lei “marca o início do trabalho do Logos, o primeiro pôr em movimento de mulaprakriti”.

Em cada plano, a vibração do subplano atômico põe em movimento toda a matéria daquele plano:

“É a medida-chave.”

Bailey a resume em duas palavras:

“Poderíamos resumir o significado desta lei nas palavras ‘luz’ ou ‘fogo’.

É a lei do fogo; governa a transmutação das cores diferenciadas de volta à sua síntese.

Controla a divisão do Um nos sete, e depois a reabsorção de volta no Um.”

Ela corresponde ao primeiro movimento do Logos ao se expressar:

Ele emitiu o Som, “e iniciou uma ondulação no oceano do espaço”.

No caminho de retorno, a meta é simples de enunciar:

“quando tudo o que evolui em cada plano atinge a vibração do subplano atômico, então a meta é alcançada”.

“A Lei de Vibração é a lei do progresso, do movimento e da rotação.”

No plano mais baixo, a vibração é “lenta, obstruída e letárgica”, e é aprendendo a vibrar mais depressa que se sobe o caminho de volta, o que exige construir matéria mais fina nos veículos.

Há aqui uma diferença entre homens e devas.

“Os devas seguem a linha de menor resistência;

permanecem negativos, seguindo a linha da aquiescência.”

As Mônadas humanas, nos três mundos, seguem a linha positiva, “e pela resistência, pela luta, pela batalha e pela contenda aprendem a lição da aquiescência divina”.

Bailey acrescenta que, por causa do atrito dessa mesma luta, progridem mais depressa que os devas.

A mesma Lei de Vibração aparece, em escala menor, como subsidiária da Lei de Economia, onde se dá a sua aplicação prática ao som, à meditação e à cura.

Esse lado está em “A Lei de Economia Segundo Alice Bailey”.

2. A Lei de Coesão

A segunda lei “é uma das leis-ramo da Lei cósmica de Atração”, e Bailey a considera “uma das mais importantes das leis sistêmicas”.

Ela se mostra em três alturas:

no plano da Mônada, como lei de coesão, “a lei do nascimento”, da qual resultam as Mônadas nos seus sete grupos;

no plano búdico, como lei de controle magnético;

no plano astral, como o amor que se expressa pela personalidade.

“Magnetismo e a capacidade de demonstrar amor são ocultamente sinônimos.”

Bailey resume a família inteira numa frase:

todos os ramos da lei de atração “mostram-se como uma força que reúne, que tende à coerência, que resulta em adesão e que conduz à absorção”.

E dá outro nome:

“poderíamos chamá-la de lei da coalescência”.

Na involução, ela reúne a matéria molecular abaixo do subplano atômico; na evolução, controla a construção das formas.

Se a vibração do subplano atômico dá a medida de cada plano, “poderíamos dizer que a Lei de Coesão fixa a coloração de cada plano”.

A coesão é o traço do nosso sistema.

“O objetivo de todas as coisas é unir-se;

aproximação, unificação, uma atração simultânea entre dois ou mais, é sempre um princípio regente, quer olhemos para o problema do sexo, quer ele se manifeste na organização dos negócios, no desenvolvimento científico, na manufatura ou na política.

Bem poderíamos dizer que a Reconciliação dos muitos separados é a nota-chave do nosso sistema.”

3. A Lei de Desintegração

A terceira lei “governa a destruição da forma para que a vida que a habita possa brilhar em plenitude”.

Ela é “outro aspecto da Lei de Coesão, o seu reverso (se assim se pode dizer), e é tanto parte do plano divino quanto a atração”.

Bailey acrescenta que ela termina com o sistema solar, “pois as grandes leis da atração, da coesão e do amor continuam naquilo que está por vir”, e que “a Lei de Economia contém a chave desta lei”.

No seu plano, o átmico, ocorre o desprendimento final.

“Um Chohan da sexta Iniciação descarta todos os invólucros abaixo do veículo monádico, do átmico ao físico.”

Mas a lei age em toda parte.

Na involução, ela rompe as almas-grupo, transfere as tríades permanentes de uma forma para outra e atua nos grandes cataclismos, físicos, astrais e mentais.

Dissolve o corpo astral e o mental quando abandonados, e dissipa o duplo etérico.

“Esta lei rompe as formas, e a Lei de Atração leva de volta às fontes primárias o material dessas formas, antes de reconstruí-las.”

Na evolução, Bailey aponta o seu efeito mais visível:

a lei atua “na ruptura das formas em que grandes ideais estão encarnados: as formas de controle político, as formas em que a própria natureza evolui, as grandes formas-pensamento religiosas, os conceitos filantrópicos e todas as formas que a ciência, a arte e a religião assumem em qualquer época.

Todas acabam por se romper sob a ação desta lei.”

O seu raio é o terceiro, o da atividade, e o mecanismo é exato: é pela atividade que a forma vem a existir;

pela atividade ela é usada; e pela mesma adaptação ela se torna perfeita, “e no momento da perfeição perde a sua utilidade;

cristaliza-se, rompe-se, e a vida em evolução escapa para encontrar novas formas de maior capacidade e adequação. Assim é na vida do Ego que reencarna;

assim é nas rondas e raças da humanidade; assim é no sistema solar.”

Bailey dá dois exemplos de como a lei age em cada plano, começando no terceiro subplano e terminando no segundo.

O corpo causal do homem comum está no terceiro subplano mental e, quando ele se torna apto a fundir-se na Tríade, esse corpo é desfeito.

No plano físico, quando o homem consegue perceber o quarto éter, está pronto para a queima da teia etérica, e então se funde com o seu veículo astral, ganhando continuidade de consciência.

4. A Lei de Controle Magnético

A quarta lei “é a lei básica que controla a Tríade Espiritual”.

Por meio dela, “a força da evolução impele o Ego a progredir pelo ciclo de reencarnação de volta à união com os seus semelhantes.

Pela separação ele se encontra e depois, impelido pelo princípio búdico ou crístico que nele habita, transcende-se e encontra-se de novo em todos os eus”.

É a lei do plano búdico.

“O Mestre é Aquele que pode funcionar nos níveis búdicos, e que tem controle magnético nos três mundos.”

E é a forma que a Atração assume na Tríade:

“É a Lei do Amor, nos três mundos, que mantém tudo unido e que atrai tudo para cima.”

Na terceira efusão, foi esta lei que uniu o homem astro-animal à Mônada descendente, “usando a centelha da mente como método de reconciliação”.

Os planos monádico, búdico e astral estão estreitamente ligados, e Bailey vê aí “a linha de menor resistência” do nosso sistema, o que explica “a facilidade com que o místico contata o plano búdico e até planos mais altos”.

Para a humanidade, esta é a lei do momento:

“O objetivo do esforço humano é tanto ser controlado por esta lei quanto manejá-la em serviço.

É a lei pela qual a expressão sexual, tal como a conhecemos, é transmutada e elevada.”

E a direção dessa transmutação é precisa:

“A expressão sexual, a união de dois, transmuta-se na união de muitos para atos de serviço.”

As Três Leis dos Três Mundos

As três últimas leis são, para Bailey, “as três leis mais importantes que afetam o ser humano em evolução, enquanto ele vive a sua vida nos três mundos”.

Com o tempo, as três passam a ser dominadas e controladas pelas três leis superiores do sistema:

Controle Magnético, Desintegração e Coesão.

Juntas, “podem ser resumidas no termo bem conhecido ‘A Lei do Renascimento e da Morte nos três mundos'”.

5. A Lei de Fixação

A quinta lei “é a lei regente do plano mental, que encontra a sua correspondência maior na Lei do Karma nos níveis mentais cósmicos”.

O seu princípio é o de um provérbio antigo:

“‘Como um homem pensa, assim ele é’;

segundo os seus pensamentos são os seus desejos e atos, e assim resulta o futuro.

Ele fixa para si o karma resultante.”

Bailey explica a escolha da palavra.

“Fixação” implica, primeiro, “a capacidade do pensador de moldar o seu próprio destino” e, segundo, uma ideia estabilizadora:

com a evolução, o Ego aprende a formar formas-pensamento definidas “e, por meio desses produtos estáveis, a subjugar as flutuações do corpo astral”.

A lei tem um lado de construção e um de ruptura.

Por ela, ao longo de muitas vidas, a personalidade constrói o corpo causal, e a lei fixa e cristaliza a matéria ali depositada.

“Antes da quarta Iniciação a cristalização está completa, e sobrevém o inevitável despedaçamento, que é o resultado da cristalização em todas as formas, libertando a vida que habita para mais progresso.”

Daí a sua definição mais geral:

“Esta lei governa a cristalização de todas as formas antes do seu despedaçamento no processo da evolução.

Governa o tempo do renascimento, sendo um dos ramos subsidiários da Lei do Karma.”

Bailey anuncia que ela terá a sua demonstração mais completa na quinta ronda, quando agirá como divisora entre as Mônadas que seguirão adiante, passando ao Controle Magnético, e as que permanecerão por um tempo em condição estática, até uma nova oportunidade.

“Em sentido oculto, esta lei é, para nós, aquela com que estamos mais intimamente envolvidos.”

O Karma tem tratamento próprio em “Karma Segundo Alice Bailey”.

6. A Lei do Amor

Sobre a sexta lei, Bailey começa por admitir o tamanho do tema:

“Um tratado poderia ser escrito sobre o assunto, e ainda assim não o esgotar.”

E observa que o nome é amplo demais para uma lei de um só plano, porque “a Lei do Amor é, na realidade, apenas a lei do sistema em demonstração em todos os planos”.

Ela distingue três expressões do amor:

AmorComo se desenvolve
Na PersonalidadeDo amor a si mesmo, “puro e simples e inteiramente egoísta”, ao amor à família e aos amigos, aos homens e mulheres, até o amor à humanidade
No EgoDo amor à humanidade ao amor universal, que abrange também a evolução dévica e todas as formas da manifestação divina
Na Mônada“Uma medida de amor cósmico”, que abrange muito do que está fora do sistema solar

E dá a sua definição mais ampla:

“O amor foi o motivo impulsor da manifestação, e é o amor que mantém tudo em sequência ordenada;

o amor leva tudo pelo caminho de retorno ao seio do Pai, e o amor finalmente aperfeiçoa tudo o que existe.

É o amor que constrói as formas que embalam temporariamente a vida interior oculta, e o amor é a causa da ruptura dessas formas, e do seu completo despedaçamento, para que a vida possa progredir mais.”

No plano astral, a lei mostra a sua escala humana.

No tipo mais primitivo, aparece como paixão animal;

depois, como amor ao companheiro, à família, aos que estão por perto, ao ambiente inteiro;

“o patriotismo dá lugar mais tarde ao amor à humanidade”.

Bailey considera o plano astral o mais importante no momento, “pois no desejo, não corrigido nem transmutado, está a diferença entre a consciência pessoal e a do Ego”.

Na sexta ronda, a lei se mostrará “como amor demonstrado em fraternidade, amor traduzido ou transmutado do astral para o búdico”.

O tema completo está em “A Energia do Amor Segundo Alice Bailey”.

7. A Lei do Sacrifício e da Morte

A sétima lei “se liga à terceira, a de Desintegração”, seguindo a ligação que sempre existe entre o plano átmico e o físico. Bailey distingue os campos:

“A Lei de Desintegração controla a destruição quíntupla das formas nos cinco mundos inferiores, e a Lei da Morte controla de modo semelhante nos três mundos.”

E distingue os nomes:

“A Lei do Sacrifício é a Lei da Morte nos corpos sutis, enquanto aquilo que chamamos morte é a coisa análoga no corpo físico.”

É uma lei do sétimo raio, o que manipula e geometriza o lado forma e governa as forças elementais da natureza.

E é, “de um modo misterioso”, o reverso da primeira lei, a de Vibração:

“A forma mais densa de expressão no plano físico é, afinal, apenas uma forma de síntese, assim como a forma mais rara de expressão no plano mais alto é apenas unidade ou síntese de tipo mais fino.

Uma é a síntese da matéria, e a outra, a síntese da vida.”

Em escala cósmica, é a lei que traz o pralaya no fim de um sistema, “a lei que despedaça a cruz do Cristo cósmico e coloca a forma do Cristo dentro do túmulo por um período de tempo”.

Morte, Dissolução e Abstração

Em Esoteric Healing, Bailey retoma a sétima lei e a amplia.

Ela chama a Lei da Morte de “um acontecimento benéfico e corretivo” e diz que ela é “o reflexo de um propósito cósmico” que governa os planos etéricos cósmicos, o astral cósmico e o mental cósmico.

A morte comum, aquela que a alma provoca retirando-se do corpo, é tratada em “A Lei de Atração Segundo Alice Bailey”.

Na mesma obra, ela dá à lei da forma um nome ainda mais geral, a Lei da Dissolução:

“A doença e a morte são essencialmente condições inerentes à substância; enquanto um homem se identifica com o aspecto forma, será condicionado pela Lei da Dissolução.

Esta lei é uma lei fundamental e natural que governa a vida da forma em todos os reinos da natureza.”

Quando o discípulo se identifica com a alma e constrói o antahkarana, “sai do controle desta lei universal e natural e usa ou descarta o corpo à vontade”.

Para os que estão nas etapas finais do discipulado, Bailey enuncia uma nova lei, a décima das leis de cura, “que substitui a Lei da Morte”.

Ela é tratada no artigo desta série sobre as leis da cura.

Em Discipleship in the New Age, Vol. II, numa instrução a um discípulo, aparece a Lei da Abstração, “uma lei que está sempre presente no mundo em relação aos processos da morte”, mas cuja ênfase maior está no mundo do pensamento.

Bailey descreve os seus efeitos em cada plano, a começar pela morte, que é “o efeito da Lei da Abstração no plano físico”:

pode ser a retirada do princípio vital do corpo, o fim de uma relação antiga ou o término de um ciclo de circunstâncias.

Ela não esconde o custo:

“Todo o processo é de abstração, envolvendo dor.

Há uma relação estreita entre a dor e a lei de que estou tratando.

É a Lei da Abstração que eleva o discípulo para fora dos três mundos do esforço humano;

é esta mesma lei que produz o impulso para cima que todas as unidades de vida expressam e a busca de todas elas pela identificação com o UM.”

E acrescenta que todo passo em direção à luz e à Hierarquia “é dado sob a influência da Lei da Abstração”.

Conclusão

As sete leis descrevem uma única curva.

A Vibração põe a matéria em movimento, e a Coesão a reúne em formas.

A Desintegração desfaz o que já cumpriu o seu papel, e o Controle Magnético conduz o Ego de volta à união.

Nos três mundos, a Fixação cristaliza o que o homem pensa, o Amor transmuta o que ele deseja e o Sacrifício e Morte libera a vida das formas que ela já superou.

Bailey fecha a exposição da sétima lei com uma imagem que vale para todas:

a forma do Cristo colocada no túmulo “por um período de tempo”.

Fontes Diretas

  • A Treatise on Cosmic Fire, “Introductory Postulates” (as sete leis sistêmicas, cada lei num plano, os períodos de poder), “I. Thought Forms, Part 1” (as leis subsidiárias às três maiores, a lista das sete com os seus planos, o Chohan da sexta Iniciação), “I. Thought Forms, Part 2” (a lei em cada subplano correspondente; a Lei de Vibração, luz e fogo, a ondulação no oceano do espaço, a meta do subplano atômico, devas e homens; a Lei de Coesão, a lei do nascimento, a lei da coalescência, a coloração dos planos, a nota-chave do sistema; a Lei de Desintegração, as formas dos grandes ideais, o terceiro raio, o corpo causal e a teia etérica; a Lei de Controle Magnético, o Mestre nos níveis búdicos, a linha de menor resistência, a transmutação do sexo; as três leis dos três mundos e a Lei do Renascimento e da Morte; os raios e as leis; a Lei de Fixação, “como um homem pensa”, a cristalização do corpo causal, a quinta ronda; a Lei do Amor, as três expressões do amor, o amor no plano astral; a Lei do Sacrifício e da Morte, o reverso da Vibração, a cruz do Cristo cósmico) e “Division C, Seven Esoteric Stanzas, Part 6” (a nota sobre Coesão, Controle Magnético e Amor);
  • Esoteric Psychology, Vol. II, “II. The Seven Laws of Soul or Group Life, Part 3” (as sete leis menores e o lado forma da vida);
  • Esoteric Healing, “Chapter VI, The Art of Elimination” (a Lei da Morte como evento benéfico e corretivo, a Lei da Dissolução, a lei que substitui a Lei da Morte);
  • Discipleship in the New Age, Vol. II, “Section Four, Personal Instructions to Disciples, Part 11” (a Lei da Abstração).

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