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As Leis dos Ciclos, do Ritmo e da Evolução Segundo Alice Bailey

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As Leis dos Ciclos, do Ritmo e da Evolução Segundo Alice Bailey

Introdução

Tudo o que se manifesta, segundo Alice Bailey, aparece e desaparece em ciclos.

Ela coloca essa ideia entre os primeiros enunciados de A Treatise on Cosmic Fire, nos Postulados Introdutórios:

“Há uma lei básica chamada Lei da Periodicidade.

Esta lei governa toda manifestação, seja a manifestação de um Logos solar por meio de um sistema solar, seja a manifestação de um ser humano por meio de uma forma.

Esta lei controla igualmente todos os reinos da natureza.”

Em torno dela, Bailey nomeia uma família inteira de leis:

a Lei dos Ciclos, a Lei do Ritmo, a Lei da Evolução, as quatro leis do movimento espiral-cíclico (Expansão, Retorno Monádico, Evolução Solar e Radiação), as seis leis que governam as raças humanas e a Lei do Sétuplo Suplementar, que o iniciado aprende a manejar.

Este texto as reúne.

O mapa completo de todas as leis está em

“As Leis Segundo Alice Bailey: a Arquitetura da Lei”.

A Lei da Periodicidade

Bailey explica a origem da periodicidade de duas maneiras.

Em Cosmic Fire, ela a chama de lei subsidiária da grande Lei de Atração e Repulsão:

“A lei geral que produz o efeito cíclico é a Lei de Atração e Repulsão, da qual a lei subsidiária é a Lei da Periodicidade e do Renascimento.”

O ciclo nasce da interação entre a matéria ativa e o Espírito que a molda.

Em outra passagem, ela a descreve como “o efeito produzido pela fusão de dois tipos de força com um terceiro”:

a vontade ou propósito do Logos e a energia do segundo aspecto.

Cada organismo tem o seu próprio ritmo.

“A Lei da Periodicidade é uma só, mas, como se baseia no impulso inicial e no batimento rítmico do ‘coração central’ ou do ‘sol central’ de qualquer organismo (sistema solar, esquema planetário, cadeia planetária, grupo egóico ou vida egóica individual), a verdadeira natureza ou ‘família’ de tal organismo precisa ser determinada antes que se possam fazer afirmações cíclicas.”

No homem, a periodicidade toma a forma do renascimento.

Em A Treatise on White Magic, o quarto postulado da Sabedoria Eterna afirma “que todas as vidas se manifestam ciclicamente.

Esta é a Teoria do Renascimento ou da reencarnação, a demonstração da lei da periodicidade”.

A Lei do Renascimento tem artigo próprio nesta série.

Em The Light of the Soul, Bailey mostra o alcance da lei:

“Esta Lei da Periodicidade está por trás de todos os processos da natureza, e o seu estudo levaria o homem para fora do mundo dos efeitos objetivos, ao das causas subjetivas.”

E lembra: “o próprio tempo é simplesmente uma sucessão de estados de consciência, e isto é verdade para um átomo, um homem ou um Deus”.

A Lei dos Ciclos

A Lei dos Ciclos é, para Bailey, uma das mais difíceis de dominar.

Em Cosmic Fire, ela diz que a mesma lei governa um sistema solar e “a existência efêmera de uma libélula”;

ela tem “o nome genérico de ‘Lei dos Ciclos’, e é expressa em termos de tempo”, mas o seu segredo “não pode ainda ser dado, pois transmitiria ao intuitivo informação perigosa demais”.

E acrescenta:

“foi dito com razão que, quando um homem domina os seus aspectos técnicos e consegue compreender os seus métodos de cômputo do tempo, ele alcançou a iniciação”.

A lei está tão ligada à de causa e efeito que compreendê-la exige, entre outras coisas, ler os registros akáshicos de um sistema planetário e julgar os efeitos kármicos no tempo e no espaço.

Em A Treatise on White Magic, Bailey a define pelo efeito na consciência.

Tudo o que vive entra na prisão da forma, e então “entra imediatamente em atividade outra lei, ou o funcionamento de um princípio ativo, que chamamos de Lei dos Ciclos.

Este é o princípio do aparecimento periódico, uma atuação benéfica da sabedoria inferior da divindade inata, pois produz aquela sequência de estados de consciência que chamamos de Tempo”.

Em The Externalisation of the Hierarchy, ela dá a definição em escala mundial: “a lei dos ciclos é a lei que governa o aparecer e o desaparecer de grandes e ativas energias, que entram e saem da manifestação, cumprindo os propósitos da Divindade e, no entanto, limitadas e prejudicadas pela qualidade das formas sobre as quais incidem”.

Os ciclos e a Hierarquia

A própria Hierarquia trabalha dentro da lei.

Em A Treatise on White Magic, Bailey conta que os Mestres trabalham sem pressa, mas têm um prazo:

“Isto se baseia na Lei dos Ciclos. Diz respeito à atuação de certos períodos de oportunidade que necessariamente têm o seu termo.”

Em The Rays and the Initiations:

“a Hierarquia trabalha sempre sob a Lei dos Ciclos e da Compensação Cíclica”.

Em Esoteric Psychology, Vol. II, ela explica os períodos de aparente silêncio:

“Estes interlúdios de silêncio aparente, de inércia e de inatividade fazem parte da grande atividade preservadora e construtiva da Hierarquia.”

E acrescenta: “Os aspirantes precisam aprender a trabalhar com inteligência e compreensão com a lei dos ciclos.”

A lei explica também o que parece contradição no ensino.

Em Esoteric Psychology, Vol. I, Bailey observa que um raio pode ser apresentado ora como em manifestação, ora como fora dela, e que essas discrepâncias “são apenas aparentes, e a sua causa está oculta na compreensão correta da Lei dos Ciclos”.

Enquanto essa lei não for compreendida, “não será fácil evitar o que pode parecer contradições”.

Os ciclos na vida do discípulo

Nas instruções pessoais, a lei se torna concreta.

Em Discipleship in the New Age, Vol. I, Bailey anuncia que no século seguinte haverá melhor compreensão da Lei dos Ciclos, e com ela “a compreensão do ritmo da vida, com os seus momentos altos, as suas horas escuras e deprimidas (não falo em termos de reação emocional, mas das alternâncias aos momentos de altitude) e os seus interlúdios difíceis”.

E aconselha especialmente as pessoas de sexto raio a dominar “a Lei dos Ciclos e do crescimento rítmico”, porque a sua tendência à atividade fanática e violenta pode ser compensada pelo manejo sábio do ritmo da vida.

Em A Treatise on White Magic, a mesma ideia vem como consolo:

“No entendimento da lei dos ciclos, ganhamos conhecimento das leis subjacentes da evolução. […] Ganhamos também equilíbrio, ao estudar os nossos próprios impulsos de vida, pois também eles têm o seu fluxo e refluxo, e alternam entre períodos de luz e períodos de escuridão.”

E, sobre o treinamento do discípulo:

os períodos de contato alternam com períodos de silêncio aparente, “devido à imposição da Lei da Periodicidade, e, se o estudante se desenvolve como desejado, cada período de pralaya é seguido por outro de maior atividade e de realização mais poderosa”.

Em Esoteric Healing, a lei aparece até na morte, que pode ser “o fim de um ciclo e uma resposta automática à grande Lei dos Ciclos, que continuamente institui o novo e termina o velho”.

E na medicina futura: um dos seus departamentos “se ocupará da lei dos ciclos, lunares e solares”, e mostrará o efeito da lua cheia sobre as pessoas desequilibradas.

A Lei do Ritmo

Em Cosmic Fire, Bailey reúne as leis kármica e cíclica sob um termo comum:

“ambas poderiam ser resumidas sob o termo genérico de Lei do Ritmo.

Toda manifestação é o resultado de energia ativa que produz certos resultados, e o gasto de energia em qualquer direção exigirá um gasto igual numa direção oposta.”

No Ego, esse vaivém produz três estágios.

No primeiro, a energia age para fora e o Eu se identifica com os seus invólucros.

No segundo, o Eu aprende a escolher entre os pares de opostos:

“é o período da luta e do tumulto mais ferozes”.

No terceiro, a energia do Ego fica “centrada no coração do círculo, e não na periferia”, aplicada dali em serviço de grupo.

Em Esoteric Healing, a quebra dessa lei aparece como causa de doença.

“O homem não segue a Lei básica do Ritmo, que governa todos os processos da natureza, e o homem é parte da natureza.”

Bailey dá um exemplo claro: o uso do impulso sexual, que deveria ser governado por um ritmo cíclico.

“Esta falha em viver segundo a Lei da Periodicidade e em subordinar os apetites ao controle cíclico é uma das principais causas da doença.”

E ao quebrar essa lei, o homem “desorganizou as forças que, corretamente usadas, tendem a pôr o corpo em condição sã e saudável”.

Quando a humanidade recuperar o uso correto do tempo, conclui ela, o que antes era hábito instintivo “se tornará o uso inteligente do futuro”.

A lei toca também a meditação.

Em A Treatise on White Magic:

“O aquietamento da mente depende da lei do ritmo.

Se você está vibrando em muitas direções e registrando pensamentos de todos os lados, esta lei não conseguirá tocá-lo.”

Em Esoteric Psychology, Vol. II, entre os oito meios do yoga ligados às Leis da Alma, o pranayama corresponde à “lei da vida rítmica”, e em Esoteric Psychology, Vol. I, Bailey menciona ainda “uma lei cósmica de ritmo” que governa o crescimento e a diminuição do brilho dos astros, como os dois gêmeos da constelação de Gêmeos.

A Lei da Evolução

A Lei da Evolução é, para Bailey, a lei comum a todas as vidas, mas ela a descreve de vários ângulos.

Em A Treatise on White Magic, ela a reduz a três princípios:

“o Princípio da Limitação, o Princípio da Manifestação Periódica e o Princípio da Expansão.

Estes três Princípios juntos constituem os fatores subjacentes à Lei da Evolução, como os homens a chamam.”

Eles aprisionam a Vida nas formas e a conduzem “a prisões cada vez mais educativas”.

Em Esoteric Healing, a nona lei da cura aparece como “uma definição da Lei da Evolução, mas dada do ângulo espiritual”.

A Lei da Evolução, como se entende comumente, trata da forma à medida que se torna expressão da alma e depois da Mônada;

a Lei da Perfeição trata das energias interiores responsáveis por ela.

Em The Rays and the Initiations, ela é “a Lei fundamental da Evolução, que é uma lei de Shamballa, pois encarna a realização da vontade inescrutável da Divindade”.

Em Discipleship in the New Age, Vol. II, a Hierarquia maneja a Lei de Atração, “a energia motivadora que põe a Lei da Evolução em atividade nos três mundos”.

Em Telepathy and the Etheric Vehicle, é a Vontade-de-Bem de Sanat Kumara “que ativa a Lei da Evolução”.

E em Letters on Occult Meditation, a lei vira um conselho prático: o servidor não perde tempo olhando para trás, porque “remoer atos passados […] é da natureza da involução, e o servidor procura trabalhar com a lei da evolução”.

Por trás da evolução, Bailey vê uma lei ainda mais funda.

Em The Rays and the Initiations, ela descreve o impulso inerente a todas as formas de avançar “das trevas para a luz, do irreal para o real, e da morte para a imortalidade”:

é “uma das leis mais sutis e menos compreendidas do universo”, que “está por trás da Lei da Evolução, assim como da Lei do Karma, e é, na realidade, a Lei do Propósito de Vida do Logos planetário”. Em relação aos reinos sub-humanos, ela às vezes é chamada de “Lei de Vida do Sol”.

Em Cosmic Fire, Bailey fala também das “leis da involução”, que governam o aparecimento periódico dos três reinos elementais, e das “leis do obscurecimento”, que o iniciado precisa compreender ao lado dos períodos de pralaya e de manifestação.

As Leis do Movimento Espiral-Cíclico

Em Cosmic Fire, ao tratar do movimento no plano da mente, Bailey diz que a atividade espiral-cíclica, própria de todas as formas, pode ser compreendida como a expressão de quatro leis:

LeiO que governa, segundo Bailey
Expansão“A expansão evolutiva gradual da consciência que habita toda forma”, causa da forma esférica de toda vida
Retorno MonádicoAs expansões de consciência e as iniciações do ser humano
Evolução Solar“A soma total de todas as atividades menores”
RadiaçãoO efeito externo produzido por toda forma quando a sua atividade interna liberta a essência

A Expansão e o Retorno Monádico

A Lei da Expansão explica por que tudo existe dentro de uma esfera, do átomo químico ao sistema solar.

Bailey observa que, na literatura oculta, o termo se limita aos raios e às iniciações planetárias;

as expansões humanas ficam sob a Lei do Retorno Monádico, que é “a soma total daquelas influências que têm relação direta com os átomos monádicos, que afetam o seu progresso ciclicamente”.

A Radiação e a Fuga da Essência

A Lei da Radiação é a que Bailey considera “de maior utilidade prática”.

A sua definição:

“A radiação é o efeito exterior produzido por todas as formas em todos os reinos quando a sua atividade interna atingiu tal estágio de atividade vibratória que as paredes que as confinam já não formam uma prisão, mas permitem a fuga da essência subjetiva.”

Ela marca um ponto de realização na evolução, tanto no átomo quanto na planta, no animal, no homem e no divino.

A mesma radiação, no reino vegetal, aparece como uma das onze leis subsidiárias da Atração, tratada em “A Lei de Atração Segundo Alice Bailey”.

Por fim, Bailey menciona a Lei da Persistência de um esquema planetário, que determina quando começa o seu pralaya, “no fim da sétima ronda” ou “da quinta, se a Lei da Persistência de um esquema estiver atuando em ciclos de cinco”.

As Leis das Raças

Em Esoteric Psychology, Vol. I, Bailey apresenta seis leis que governaram, sucessivamente, as raças humanas.

Antes de enumerá-las, define o que é uma lei nesse contexto:

“uma lei é apenas o efeito da atividade inteligente e contínua do aspecto Vida, ao atuar em conjunto com a matéria”.

E adverte que os nomes indicam a relação das leis com a humanidade;

nos outros reinos, elas agem de outro modo e têm outros nomes.

LeiRaça
ImersãoA primeira raça
CapitulaçãoA segunda raça
Materialização, ou da Radiância OcultaA lemuriana
MarésA atlante
ClivagensA ariana, a atual
Compreensão AmorosaA próxima raça

Da Imersão às Marés Atlantes

A Lei da Imersão produziu “aquela crescente diversificação da matéria, vestindo a vida”, que levou às primeiras manifestações dos filhos de Deus.

A Lei da Capitulação recebeu esse nome “porque o impulso criado pelo desejo dos filhos de Deus de encarnar mostrou-se forte demais para as forças opostas da matéria. […] A matéria capitulou ao espírito.”

A Lei da Materialização, ou da Radiância Oculta, “diz respeito à Luz que está no homem, e ao encobrimento dessa Luz, no tempo e no espaço, para produzir a sua intensificação e a sua consequente radiação”.

A Lei das Marés, a da raça atlante, “diz respeito à vida do desejo, da percepção sensorial e do sentimento”.

É “um aspecto da Lei dos Ciclos” e controla “a vida cíclica ou ‘das marés’ de todas as almas que são levadas pelo grande rio da vida, na crista do desejo, à encarnação”.

Bailey a liga diretamente à iniciação: enquanto o aspirante não puder funcionar como alma, “livre do controle das marés da sua existência emocional, não pode tomar a iniciação”.

Foi a incapacidade de fazer isso, acrescenta, que trouxe os grandes dilúvios que encerraram a civilização atlante.

Das Clivagens à Compreensão Amorosa

A Lei das Clivagens governa a nossa raça, “controlada pela grande heresia da separatividade”.

É a mente que separa e divide, e o processo chega ao clímax neste período.

Mesmo assim, Bailey a chama de “uma lei divina e de objetivo fecundo”.

Em The Rays and the Initiations, ela liga essa lei ao quinto raio e observa que, “pela primeira vez na história humana, a humanidade tem consciência da clivagem no momento em que ela está sendo produzida”.

A lei da próxima raça é a da Compreensão Amorosa.

Bailey admite que o nome é “uma frase totalmente inadequada e sentimental para a expressão científica de um grande desenvolvimento evolutivo vindouro na consciência humana”.

Em The Destiny of the Nations, ela diz que todas as nações estão hoje condicionadas pela Lei das Clivagens, mas que grupos avançados em cada uma começam a responder à Lei da Compreensão, “uma lei que finalmente enfatizará a fraternidade eterna do homem e a identidade de todas as almas com a Superalma”.

A Lei do Sétuplo Suplementar

A última lei desta família pertence ao iniciado.

Na Regra VIII para discípulos e iniciados, em The Rays and the Initiations, aparece a frase:

“Quando isto for compreendido e a Lei do Sétuplo Suplementar for entendida, que o grupo compreenda os Três e depois o UM.”

Bailey explica que o “sétuplo suplementar” são os sete centros de energia no homem individual, ligados aos sete grupos da Hierarquia e às sete energias planetárias. E dá o texto da lei:

“A Lei exige a entrada daquilo que pode efetuar uma mudança.

A Lei exige que a direção correta guie então as forças que entram.

A Lei exige que as mudanças assim efetuadas removam a forma, tragam a qualidade à luz e ponham a ênfase sobre a vida.

A Lei exige que isto seja realizado pelo Um, trabalhando por meio dos Três, energizando os Sete e criando a linha reta de lá para cá, e terminando num ponto que ignora os Três.”

A Lei da Vida e o Manejo do Iniciado

Bailey situa a lei acima das outras:

“A Lei do Sétuplo Suplementar é a grande Lei sintética da Vida ou do Espírito, e é a lei com que o iniciado trabalha;

é esta lei que ele maneja.

Da aceitação das leis da natureza e da obediência às leis da alma, ele passa à fase positiva de compreender e manejar a Lei da Vida.”

A responsabilidade do discípulo, diante dela, é não permitir que os seus centros impeçam o fluxo livre do amor dos sete grandes grupos e, depois, da vida dos sete planetários.

A lei atua também na abstração: ela reúne a energia de um centro no outro “até que todos estejam centrados, controlados e dirigidos na cabeça”.

A Lei da Vida está em “A Lei de Síntese Segundo Alice Bailey”.

Conclusão

As leis desta família descrevem a mesma coisa em escalas diferentes.

A Periodicidade faz a vida aparecer e desaparecer, os Ciclos medem esses aparecimentos no tempo, o Ritmo os equilibra, e a Evolução dá direção ao conjunto, conduzindo a consciência de esfera em esfera até que ela radie para além da forma.

As leis das raças mostram o mesmo movimento na história humana, e o Sétuplo Suplementar mostra o iniciado começando a manejá-lo de dentro.

Para o discípulo comum, Bailey resume tudo isso num conselho de A Treatise on White Magic:

cada período de silêncio, se ele se desenvolve como deve, é seguido por outro “de maior atividade e de realização mais poderosa”.

Fontes Diretas

  • A Treatise on Cosmic Fire, “Introductory Postulates” (a Lei da Periodicidade governa toda manifestação), “Introductory Questions, Part 3” (a Periodicidade como lei subsidiária da Atração e Repulsão), “II. The Nature of this Motion” (a fusão das forças e os Lipika), “3. The Solar Angels, the Agnishvattas, Part 3” (a Lei da Persistência), “Part 5” (o batimento do coração central de cada organismo), “Part 6” (a Lei do Ritmo e os três estágios) e “Part 9” (as leis do obscurecimento), “III. Results of its Activity, Part 1” (as Leis da Expansão, do Retorno Monádico, da Evolução Solar e da Radiação), “VI. Effects of Synthetic Motion, Part 1” (a Lei dos Ciclos, o seu domínio e a iniciação, as leis da involução);
  • A Treatise on White Magic, “Introductory Remarks” (o quarto postulado), “Cyclic Ebb and Flow” (o fluxo e o refluxo), “The New Group of World Servers, Part 1” (o prazo dos Mestres), “The Prisoners of the Planet” (o princípio do aparecimento periódico, os três princípios da evolução), “The Present Age and the Future, Part 1” (o treinamento cíclico) e “The Way of the Disciple” (o aquietamento da mente e a lei do ritmo);
  • The Light of the Soul, “Book III, Part 6” (a periodicidade e o tempo);
  • The Externalisation of the Hierarchy, “Section Two, The General World Picture, Part 9” (o aparecer e o desaparecer das energias);
  • The Rays and the Initiations, “Rule Eight” (a Lei do Sétuplo Suplementar, o seu texto, a Lei da Vida), “Rule Twelve” (a Lei dos Ciclos e da Compensação Cíclica), “Rule Thirteen, Part 1” (a Lei da Evolução como lei de Shamballa), “Section One, The Aspirant and the Mysteries of Initiation, Part 8” (a Lei do Propósito de Vida do Logos planetário) e “Section Two, The Aspirant and the Major Initiations, Part 2” (o quinto raio e a Lei das Clivagens);
  • Esoteric Psychology, Vol. I, “2. The Present Ray Plan and the Workers” (as contradições aparentes), “Section Two, Chapter I, The Seven Creative Builders” (a lei cósmica de ritmo) e “5. The Rays in Cyclic Manifestation” (as leis das raças);
  • Esoteric Psychology, Vol. II, “3. The Great Approaches, Part 1” (os interlúdios de silêncio) e “II. The Seven Laws of Soul or Group Life, Part 4” (a lei da vida rítmica);
  • Discipleship in the New Age, Vol. I, “Section Two, Personal Instructions to Disciples, Part 7” (o ritmo da vida e o sexto raio);
  • Discipleship in the New Age, Vol. II, “Section Two, Teachings on Meditation, Part 5” (a Hierarquia e a Lei da Evolução);
  • Esoteric Healing, “Chapter I, The Psychological Causes of Disease, Part 4” (a Lei do Ritmo, a Periodicidade e a doença), “Chapter II, Causes Emanating from Group Life, Part 1” (a morte e a Lei dos Ciclos), “Chapter IV, Some Questions Answered, Part 2” (a lua cheia) e “Chapter VIII, The Laws and Rules Enumerated and Applied, Part 5” (a Lei da Perfeição e a Lei da Evolução);
  • Telepathy and the Etheric Vehicle, “Section Two, Teaching on the Etheric Vehicle, Part 2” (a Vontade-de-Bem ativa a Lei da Evolução);
  • Letters on Occult Meditation, “Letter XI, The Resultant Life of Service” (a involução e a evolução);
  • The Destiny of the Nations, “2. The Nations and the Rays” (a Lei da Compreensão).

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