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O Misterio do Sangue Segundo Alice Bailey

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O Mistério do Sangue Segundo Alice Bailey

Introdução

Uma frase antiga atravessa os livros de Alice Bailey como um refrão:

“o sangue é a vida”.

Ela a encontra no Antigo Testamento, a atribui ao Cristo como um dos seus anúncios fundamentais e volta a ela sempre que fala do corpo, da cura, da morte e do destino da humanidade.

Bailey não a lê como poesia.

Para ela, a frase descreve um fato:

há uma energia que desce da alma, ancora-se no coração e percorre o corpo pelas artérias e veias.

Ao mesmo tempo, Bailey é honesta sobre o limite do que se sabe. Em Esoteric Healing, depois de páginas sobre centros, glândulas e corrente sanguínea, ela escreve:

“O mistério do sangue ainda está por ser resolvido, e receberá crescente atenção à medida que o tempo passar.”

O que ela ensina sobre esse mistério é amplo:

uma fisiologia da alma, uma chave para a saúde e a doença, um símbolo da ordem que a humanidade ainda não construiu e uma crítica firme ao modo como as religiões usaram o sangue.

Duas Correntes, Dois Fios

O ponto de partida de Bailey é uma divisão de trabalho dentro do corpo.

Em Esoteric Psychology, Volume II, ela escreve:

“O ‘fio da vida’ está ancorado no coração.

O princípio de vida ali se encontra, e dessa estação ele permeia todo o corpo físico por meio da corrente sanguínea, pois ‘o sangue é a vida’.”

O outro fio, o da consciência, “está ancorado na cabeça, na região da glândula pineal”, e dirige as atividades do plano físico “por meio do cérebro e do sistema nervoso.”

Ela repete o ensinamento em muitos livros, cada vez com uma nuance.

Em From Intellect to Intuition:

“A corrente de vida se centraliza no coração, utilizando a corrente sanguínea, as artérias e as veias, e animando cada parte do organismo”.

Em Education in the New Age:

“o princípio de vida controla o mecanismo por meio da corrente sanguínea, pois ‘o sangue é a vida’, e usa o coração como seu órgão central; ao passo que o princípio de consciência usa o sistema nervoso como seu instrumento”.

E Esoteric Healing resume:

“duas grandes correntes de energia permeiam e animam todo esse agregado de sistemas:

a corrente de vida e a corrente de consciência.

Uma trabalha por meio do sistema nervoso (a corrente de consciência) e a outra por meio da corrente sanguínea.”

Daí vem uma das frases mais simples e mais fortes de A Treatise on White Magic:

“No coração está o centro da existência no plano físico.”

E a mesma passagem dá ao sangue a sua natureza verdadeira:

“O sangue é um aspecto da energia, assim como a seiva no reino vegetal.”

Do Centro à Gota de Sangue

Como a energia chega ao sangue?

Bailey descreve uma cadeia precisa.

Os centros de força do corpo etérico criaram, ao longo da evolução, as glândulas endócrinas, assunto já tratado em artigo próprio desta biblioteca sobre os sete centros.

E as glândulas lançam no sangue aquilo que recebem dos centros.

Em Telepathy and the Etheric Vehicle, Bailey conta essa história em dois tempos.

No primeiro, “a energia etérica, fluindo através dos centros que respondiam e criando as glândulas endócrinas como consequência, começou gradualmente a ter um efeito definido sobre a corrente sanguínea;

a energia trabalhou exclusivamente por esse meio durante muito tempo.

Isso ainda permanece verdadeiro, pois o aspecto vida da energia anima o sangue, por meio dos centros e de seus agentes, as glândulas.

Daí as palavras na Bíblia de que ‘o sangue é a vida’.”

Só depois, à medida que a consciência cresceu, os centros passaram a trabalhar também pelo sistema nervoso.

Esoteric Healing completa a sequência e lhe dá o seu sentido oculto.

É a relação correta entre um centro e a sua glândula que permite à força fluir livremente, condicionando o hormônio da glândula “e finalmente condicionando a corrente sanguínea.

Se vocês apreenderem essa sequência de contato, compreenderão mais claramente o significado oculto das palavras do Antigo Testamento de que ‘o sangue é a vida’.”

O que o sangue transporta, então, vai muito além do que a fisiologia descreve.

“A corrente sanguínea é o agente do sistema glandular, assim como este é, por sua vez, um efeito dos centros; a corrente sanguínea leva a cada parte do corpo aqueles elementos essenciais dos quais sabemos tão pouco e que são responsáveis por fazer do homem psicologicamente o que ele é”.

Entre os quatro grandes agentes de distribuição do corpo, Bailey reserva ao sangue o papel de síntese:

ele é “o portador do princípio de vida e das energias e forças combinadas” dos outros três sistemas.

O Desenho da Alma no Corpo

O sistema circulatório é, para Bailey, uma imagem da alma.

Em A Treatise on White Magic, ela compara as três grandes estruturas do corpo aos três aspectos do homem:

a pele e os ossos correspondem aos corpos denso e etérico;

o sistema nervoso corresponde ao espírito;

e “os vasos sanguíneos e o sistema circulatório são a analogia daquela alma onipenetrante que alcança todas as partes do sistema solar, assim como o sangue vai a todas as partes do corpo.”

Na mesma passagem, a função do sangue é dita sem enfeite:

levar “por todo o corpo o princípio de vida, a energia que produz atividade. Isso ele faz por meio do sangue, e o ponto focal dessa distribuição é o coração.”

A Treatise on Cosmic Fire leva a imagem mais longe, até os devas que constroem as formas:

“À medida que o sistema sanguíneo, com seus dois tipos de canais (artérias e veias) e seus dois tipos de construtores (os glóbulos vermelhos e os brancos), for estudado do ponto de vista oculto, muito será descoberto de natureza revolucionária.

As leis do caminho de ida e do caminho de retorno, com os dois grupos de vidas dévicas nelas envolvidos, serão apreendidas pelo homem.”

O sangue que sai do coração e o que volta a ele repetem, no corpo, a viagem da alma para a matéria e de volta para casa.

E The Light of the Soul lembra a antiga sentença sobre o centro de onde tudo parte:

“‘Do coração procedem as fontes da vida’;

dele circula a corrente do sangue da vida”.

Quando a Emoção Chega ao Sangue

A consequência prática desse ensinamento é que a vida interior alcança o sangue.

Em Esoteric Healing, Bailey descreve com precisão um desses caminhos:

“Onde há ódios e profunda aversão na consciência, ou onde o homem vive num estado constante de irritação contra uma pessoa ou um grupo, ou ainda onde está presente a sensação de ser maltratado, há uma possibilidade real de que a corrente sanguínea seja afetada:

o homem então ficará suscetível a infecções constantes, a furúnculos, a feridas abertas e às várias condições do sangue que são definitivamente sépticas por natureza.”

Outra observação dela inverte o que se esperaria:

“As anemias, tão frequentes hoje, também se devem a excesso de energia.”

E nos discípulos, cuja vida interior é mais intensa, o conflito entre alma e personalidade costuma se refletir no peito:

as doenças de discípulos e místicos, escreve Bailey, são em grande parte “de natureza nervosa e frequentemente afetam o coração ou a corrente sanguínea.”

Há também uma leitura do ritmo.

“O coração e o sangue estão esotericamente relacionados, e definem simbolicamente a vida pulsante da alma que se demonstra no plano físico na vida dual de saída e de recolhimento do discipulado”.

Bailey acrescenta que, entre os raios, “o sétimo raio é mais suscetível aos problemas, dificuldades e doenças relacionados à corrente sanguínea”, porque é o raio que tem a ver com a expressão da vida no plano físico.

Vale uma ressalva: o que Bailey oferece é uma compreensão esotérica das causas sutis.

Ela não substitui o cuidado médico, e deve ser lida ao lado dele.

O Sopro e o Sangue

A respiração entra nessa história como purificadora.

No comentário a Patanjali, Bailey lista entre os efeitos do pranayama “a oxigenação do sangue e, portanto, a limpeza das correntes sanguíneas e a consequente saúde física.”

Em A Treatise on White Magic, ela dá ao mesmo fato um sentido que vai além do corpo: com os exercícios respiratórios, “a corrente sanguínea é purificada e a pressão é aliviada.

Um simbolismo está por trás disso: pois, assim como o sangue é oxigenado, assim a vida do homem nos três mundos é permeada pela energia espiritual.”

A astrologia esotérica de Bailey distribui o sangue entre os astros.

Gêmeos “governa também a oxigenação do sangue”, e daí ela tira uma lei de saúde:

“Onde há o livre fluxo da força de vida e nenhum impedimento à circulação do fluido vital, por meio do sangue, haverá consequente e normalmente a presença de saúde perfeita.”

Aquário “governa o sistema sanguíneo e sua circulação”, e por isso é símbolo da tarefa do aquariano liberado, que “distribui vida espiritual por todo o quarto reino da natureza.”

Marte vitaliza o sangue, purificando e estimulando o corpo através dele.

E em Esoteric Healing, a corrente sanguínea aparece “governada por Netuno”.

O Sangue na Cura

Para o curador, o sangue é o ponto de chegada do seu trabalho.

Bailey descreve o processo sem mistério:

o curador mistura a energia que usa com a do centro do paciente que governa a área doente, a glândula relacionada é energizada, “e a corrente sanguínea libera no tecido doente aquilo que é necessário para curar ou impedir o crescimento da doença.”

Numa das leis da cura, ela pede ao curador que forme mentalmente “um canal desimpedido ou uma passagem livre ao longo da qual a vida que dá saúde possa fluir do ‘centro necessário’ no corpo etérico do curador para o centro correspondente no corpo do paciente e dali para a corrente sanguínea, por meio da glândula relacionada.”

Bailey responde também a uma pergunta que seus estudantes fizeram sobre a transfusão.

“A transfusão de sangue é simbólica de duas coisas: primeiro, que o sangue é a vida, e segundo, que há uma só Vida permeando todas as formas, e portanto transferível sob condições corretas.

É também um ato sintético de serviço.

Reflitam sobre isso.”

O Sangue na Hora da Morte

A morte, em Bailey, também passa pelo sangue.

Em Esoteric Healing, ao descrever o chamado da alma para a retirada, ela escreve:

“As glândulas, em resposta ao chamado da morte, injetam na corrente sanguínea uma substância que por sua vez afeta o coração.

Ali o fio da vida está ancorado, e a substância no sangue é considerada ‘portadora de morte’ e é uma das causas básicas do coma e da perda de consciência.”

A Treatise on White Magic descreve o instante final com uma sobriedade quase poética.

Os dois fios, o da vida e o da consciência, são retirados.

“A vitalidade deixa de penetrar por meio da corrente sanguínea e o coração deixa de funcionar, assim como o cérebro deixa de registrar, e assim o silêncio se instala. A casa está vazia.”

A Religião do Sangue

Bailey tem uma crítica firme sobre o modo como o sangue foi usado pela teologia.

Em Esoteric Astrology, ela atribui ao cristianismo histórico a influência de Marte e escreve:

“Ao longo do ensinamento da teologia cristã, o tema do sangue corre incessantemente e a fonte da salvação é colocada na relação de sangue e não no aspecto vida que o sangue vela e simboliza.

É o credo de um Cristo crucificado e morto que governa o cristianismo, e não o do Mestre ressuscitado.”

A sua leitura da expressão “salvos pelo sangue de Cristo” desloca a cena do passado para o presente.

Quando o sistema nervoso está sob o controle do homem espiritual e a corrente sanguínea é purificada, diz ela, compreende-se o sentido esotérico dessas palavras:

“Não é pelo sangue de um Cristo que morreu há dois mil anos na cruz, na Palestina, que o homem é salvo, mas pela vitalidade do sangue daqueles em quem a vida e a consciência crística, e a qualidade do Cristo, estão perfeitamente se demonstrando e se expressando.”

Bailey não despreza o símbolo;

ela o devolve ao seu sentido.

Em A Treatise on Cosmic Fire, reconhece que foi “o reconhecimento do poder purificador dos fluidos ocultos, a água e o sangue”, que levou os cristãos a darem tanta ênfase a esses dois elementos, “ainda que erroneamente interpretados”.

E ela diz como a passagem para uma nova era pode acontecer:

se a energia do sexto raio de Marte for transmutada na energia do sexto raio de Netuno, “pois um é ‘objetivo e cheio de sangue’ e o outro é ‘subjetivo e cheio de vida.'”

O Sangue do Coração

Há, em Bailey, um sangue que não corre nas veias.

É o sangue do coração, a imagem que ela usa para a entrega mais funda.

Em A Treatise on White Magic, ela escreve que, se a prova do mundo subjetivo tiver de ser dada ao mundo, “será comprada com o sangue do coração, pois só ‘no sangue do coração’ o poder pode ser conquistado com segurança e exercido com sabedoria.”

A expressão volta nas instruções aos discípulos, onde o sacrifício aparece como “o dar o sangue do coração ou a vida pelos outros”, tema que o artigo desta biblioteca sobre o sacrifício desenvolve por inteiro.

E reaparece em The Rays and the Initiations, no ponto mais alto do caminho: o iniciado “é elevado pela sua renúncia, que ele faz por meio do ‘sangue do coração’, para fora do mundo dos fenômenos materiais, porque se libertou de todo desejo por eles”.

Um Só Sangue

O último sentido do sangue, em Bailey, é coletivo.

Em Esoteric Healing, ela faz da circulação o símbolo da ordem que a humanidade ainda não construiu:

“De todos esses processos, a circulação da corrente sanguínea é o símbolo, e a chave para o estabelecimento da ordem mundial está oculta nessa simbologia:

livre circulação de tudo o que é necessário a todas as partes da grande estrutura da humanidade.

O sangue é a vida, e o livre intercâmbio, a livre partilha, a livre circulação de tudo o que é necessário para uma vida humana correta caracterizarão o mundo que virá.”

E descreve, pelo mesmo símbolo, a doença do presente:

“Em vez da livre circulação entre todas as partes do aspecto vida, tem havido separação, canais bloqueados, congestão e estagnação.”

As crises do mundo seriam, nessa leitura, as “doenças do ‘sangue da humanidade'”, e Bailey lembra aos curadores que os discípulos e todos os homens de bem compartilham dessa doença universal.

A cura, para ela, começa por um reconhecimento simples.

Em The Externalisation of the Hierarchy, ela afirma que “existe uma relação de sangue entre os homens que, quando reconhecida, dissolve todas as barreiras e põe fim ao espírito de separatividade e de ódio.”

Em outra passagem do mesmo livro, Bailey a diz de outra forma: “um só sangue corre nas veias humanas”.

E em Education in the New Age, ela propõe que a criança aprenda desde cedo “que a vida que ela sente pulsando em suas veias é apenas uma pequena parte da vida total que pulsa através de todas as formas, de todos os reinos da natureza, de todos os planetas e do sistema solar”, e que, portanto, “uma verdadeira ‘Fraternidade de sangue’ se encontra por toda parte.”

Conclusão

O sangue, em Alice Bailey, é a vida em movimento.

Ele parte do coração, onde o fio da vida está ancorado, e leva a todo o corpo aquilo que os centros e as glândulas preparam, a ponto de fazer do homem, psicologicamente, o que ele é.

Por isso o ódio e a irritação o alcançam, por isso a respiração o purifica, por isso o curador termina o seu trabalho nele e por isso a morte passa por ele antes de esvaziar a casa.

Bailey vê no sangue a imagem da alma que penetra todo o sistema solar, e na sua circulação o desenho de uma humanidade em que tudo o que é necessário chega a todas as partes.

Ela recusa a religião que pôs a salvação no sangue derramado e a coloca no sangue vivo daqueles em quem o Cristo já se expressa.

E guarda para o fim o sangue do coração, o único com que, segundo ela, o poder pode ser conquistado com segurança.

O mistério continua, como ela mesma admite, por ser resolvido.

Mas a direção está dada: onde a vida circula livre, há saúde, no corpo e no mundo.

Fontes diretas: Esoteric Healing, “Chapter I, The Psychological Causes of Disease, Part 4” (a sequência centro, glândula, hormônio e corrente sanguínea e o significado oculto de “o sangue é a vida”), “Part 5” (o coração e o sangue como ritmo da alma, o sétimo raio, a circulação como símbolo da ordem mundial e as doenças do sangue da humanidade), “Part 6” (os quatro agentes de distribuição e a corrente sanguínea governada por Netuno) e “Part 8” (o sangue que libera no tecido o necessário à cura e o sentido de “salvos pelo sangue de Cristo”), “Chapter II, Causes Emanating from Group Life, Part 1” (o sangue como agente do sistema glandular, o mistério do sangue e as anemias), “Chapter IV, Some Questions Answered, Part 2” (a transfusão de sangue), “Chapter V, The Process of Restitution, Part 2” (a substância portadora de morte) e “Chapter VIII, The Laws and Rules Enumerated and Applied” (o ódio e a irritação que afetam o sangue, as doenças de discípulos, o canal desimpedido do curador, as duas correntes de vida e de consciência); Esoteric Psychology, Volume II, “I. The Growth of Soul Influence, Part 3” (os fios da vida e da consciência); From Intellect to Intuition, “Chapter Three, The Nature of the Soul” (a corrente de vida no coração); Education in the New Age, “Chapter I, The Objective of the New Education, Part 1” (o princípio de vida e o princípio de consciência) e “Chapter III, The Next Step in the Mental Development of Humanity, Part 1” (a fraternidade de sangue); Telepathy and the Etheric Vehicle, “Section Two, Teaching on the Etheric Vehicle, Part 1” (os dois estágios históricos da energia etérica); A Treatise on White Magic, “The Centres, Energies and Rays” (o sangue como aspecto da energia e o coração como centro da existência física), “Man’s Three Aspects, Part 2” (o sistema circulatório como analogia da alma), “The Awakening of the Centres” (a oxigenação como símbolo), “Salvation from Death” (a morte e a casa vazia) e “The Present Age and the Future, Part 2” (o sangue do coração); A Treatise on Cosmic Fire, “4. The Fire Elementals, the Lesser Builders, Part 1” (artérias, veias e glóbulos como caminhos de ida e de retorno) e “2. The Fire Devas, the Greater Builders, Part 3” (a água e o sangue como fluidos ocultos); The Light of the Soul, “Book II, The Steps to Union, Part 4” (o pranayama e a oxigenação do sangue) e “Book III, Union Achieved and its Results, Part 3” (as fontes da vida no coração); Esoteric Astrology, “3. Spiritual Effects of the Zodiacal Constellations” (Gêmeos, Aquário, Marte, o tema do sangue na teologia cristã e Marte transmutado em Netuno); Discipleship in the New Age, Vol. II, “Section Four, Personal Instructions to Disciples, Part 10” (o sacrifício como o dar o sangue do coração); The Rays and the Initiations, “Section Two, The Aspirant and the Major Initiations” (a renúncia pelo sangue do coração); The Externalisation of the Hierarchy, “Section Two, The General World Picture, Part 6” (a relação de sangue entre os homens e um só sangue nas veias humanas).

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