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Os Anjos Solares: Agnishvattas, Manasadevas e Senhores Solares Segundo Alice Bailey

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Os Anjos Solares: Agnishvattas, Manasadevas e Senhores Solares Segundo Alice Bailey

Introdução

Quando Alice Bailey chega aos seres que deram a mente à humanidade, ela abre a seção de A Treatise on Cosmic Fire com uma advertência:

começa ali “o tema mais estupendo em relação à nossa evolução planetária;

é o que tem o significado oculto mais profundo para o homem, pois estes anjos solares dizem respeito à sua natureza essencial, e são também o poder criador pelo qual ele trabalha.”

Ao longo da obra, ela os chama por muitos nomes.

Cada um ilumina uma face do mesmo mistério:

Agnishvattas,

Manasadevas,

Anjos Solares,

Senhores Solares,

Filhos da Mente,

Anjo da Presença.

Este artigo percorre esses nomes, o que Bailey ensina com cada um deles e por que, no fim, todos apontam para o leitor.

Uma Só Presença, Muitos Nomes

A lista aparece cedo em A Treatise on Cosmic Fire.

Bailey enumera “a individualidade daquelas Existências a quem chamamos:

a. Agnishvattas.

b. Manasadevas.

c. Dhyanis do Fogo.

d. Anjos solares, ou Pitris solares. e.

Os Asuras.

e muitos outros nomes mencionados nos livros ocultos.”

Em Education in the New Age, ela acrescenta outro, inesperado: o princípio da inteligência “é chamado por muitos nomes na literatura esotérica, como o Anjo Solar, os Agnishvattas, o princípio crístico, etc.”

Em Initiation, Human and Solar, os nomes se sobrepõem numa só frase, ao falar da vida “que se expressa por meio do Ego, o Pensador, o Senhor Solar ou Manasadeva”.

E uma nota de A Treatise on Cosmic Fire define os Manasaputras:

“Estes são os Filhos da Mente, o princípio individual no homem, o Ego, o anjo solar, em seu corpo nos níveis abstratos do plano mental.”

Agnishvatta é o nome do fogo.

Manasadeva é o nome da mente e da origem cósmica.

Anjo e Senhor Solar são os nomes da relação com o homem.

Anjo da Presença é o nome da experiência. A seguir, um por um.

Agnishvattas: os Devas de Fogo da Mente

Bailey apresenta os Agnishvattas como “os devas de Fogo do plano mental” e os coloca no topo dos construtores:

“do ponto de vista humano, são os mais profundamente importantes, pois são os construtores do corpo de consciência propriamente dito.”

A função deles é de ligação.

“O trabalho dos Agnishvattas (os princípios autoconscientes, os Construtores do corpo egóico nos níveis mentais superiores) é unir os três princípios superiores, atma, budi, manas, e os três inferiores, e assim tornar-se, em verdade, o princípio intermediário no homem.

Eles mesmos se originam do princípio intermediário lógico.”

Eles são também a quinta Hierarquia Criativa, e aqui Bailey é mais íntima:

esses seres “incorporam o ‘princípio do Eu’ e são os produtores da autoconsciência e os construtores do corpo de realização do homem.

No tempo e no espaço, e no plano mental, eles são o Homem em sua essência; permitem-lhe construir seu corpo de causas, desdobrar seu lótus egóico e libertar-se gradualmente das limitações da forma que ele construiu.”

O lótus egóico, já tratado em artigo próprio desta biblioteca, é feito literalmente deles.

“Os Agnishvattas constroem as pétalas a partir de Sua Própria substância, que é substância energizada pelo princípio da ‘Eu-idade’, ou ahamkara.”

Essa substância, explica Bailey, “não é apenas senciente, como a substância das formas nos três mundos e dos corpos lunares, mas tem uma qualidade adicional de ‘Eu-idade’ ou de autoconsciência.”

Cada um dos três círculos de pétalas está sob a guia de um grupo de Agnishvattas, “que os formam a partir de sua própria substância e que, em essência, são o Ego tríplice durante sua manifestação.”

O que os distingue dos construtores lunares dos corpos inferiores é a experiência.

Sobre os Pitris lunares, Bailey observa que são grupos de devas, mas “(diferentemente dos Agnishvattas) não passaram pelo estágio humano”.

Os Anjos Solares já passaram. Eles foram, escreve ela, “o produto de um sistema anterior, e apenas aguardavam o momento, no sistema presente, em que as formas nos três reinos tivessem chegado ao ponto de desenvolvimento sintético que tornasse possível que fossem impressas e influenciadas do alto.” 

Esoteric Psychology, Volume II, chama-os de “nirvanis que retornam”, que “com deliberação e plena compreensão, tomaram corpos humanos a fim de elevar essas formas inferiores de vida para mais perto da meta.”

Em Esoteric Astrology, Bailey resume tudo isso numa expressão curta. Ela fala dos “Divinos Manasaputras, os Agnishvattas que somos nós mesmos.”

Manasadevas: os Senhores da Chama

O nome Manasadeva aparece quando Bailey descreve o momento da individualização.

“Quando a hora soa e os veículos para budi devem ser coordenados, certos grandes Seres, Senhores da Chama, ou Manasadevas, por meio de uma força externa propulsora, entram em conjunção com o material daquele subplano e o vitalizam com Sua Própria energia.”

Dessa vibração nasce a forma do lótus: “nove impulsos vibratórios, correspondentes à vibração quíntupla desses Manasadevas em conjunção com a vibração quádrupla gerada de baixo”, que produzem “o lótus egóico de nove pétalas, que nesse estágio está firmemente fechado”.

Por trás deles há uma escala ainda maior.

“Os Manasadevas são eles mesmos energizados por uma força do plano mental cósmico, uma força que está em operação desde a individualização do Logos solar em kalpas muito distantes.

Eles, em sua natureza coletiva, incorporam a vontade ou propósito do Logos, e são os ‘protótipos’ cósmicos dos nossos anjos solares.”

Bailey liga também esses seres à iniciação:

“é a força positiva dos Manasadevas que produz a iniciação.

Sua função é incorporada pelo Hierofante.”

E o trabalho deles não terminou com a humanidade atual.

Na próxima ronda, diz ela, “os Manasadevas renovarão novamente seu trabalho de formar núcleos individualizados para o desenvolvimento da autoconsciência.”

A origem desses Senhores da Chama está em Vênus, e Bailey é cuidadosa com o que isso significa.

Em Telepathy and the Etheric Vehicle, ela descreve a chegada dos “Senhores da Chama vindos do alter ego da nossa Terra, o planeta Vênus”, que criaram o núcleo da Hierarquia, então com apenas quarenta e nove membros:

“eram seres humanos avançados, e não almas aguardando encarnação em forma humana na Terra, como era o caso da vasta maioria desses Anjos Solares visitantes.”

Em Esoteric Astrology, a mesma origem aparece sem rodeios:

“Diz-se que as Mentes que encarnam, os seres humanos, os Anjos Solares, vieram originalmente de Vênus”.

Senhor Solar e Senhores Lunares

O nome Senhor Solar ganha sentido diante do seu oposto.

Os corpos físico, astral e mental inferior são construídos pelos Pitris lunares, os “senhores lunares”, e toda a vida da personalidade é um diálogo, às vezes uma guerra, entre os dois. 

A Treatise on White Magic cita o Antigo Comentário:

“O Senhor Solar, com seu calor e sua luz, galvaniza os Senhores Lunares moribundos numa vida espúria.

Esta é a grande ilusão;

e a Maya da Sua Presença.”

A frase é severa e precisa.

A vitalidade da personalidade vem do Anjo;

os corpos só parecem ter vida própria.

Daí a primeira regra que Bailey dá aos candidatos ao discipulado, repetida em Initiation, Human and Solar e em The Rays and the Initiations:

“Que o candidato cuide para que o Anjo Solar ofusque a luz dos anjos lunares, permanecendo como o único luminar no céu microcósmico.”

Em A Treatise on Cosmic Fire, o Antigo Comentário completa:

“O Anjo Solar deve apagar a luz dos anjos lunares e então, por falta de calor e de luz, aquilo que serviu para obstruir já não existe.”

Toda a magia branca depende dessa relação.

“Somente o Anjo solar pode fazer o trabalho do mago branco, e ele o realiza por meio do controle dos anjos lunares e de sua completa sujeição.”

E a diferença entre os dois caminhos é dita numa linha:

“O trabalhador em magia branca utiliza sempre a energia do Anjo Solar para alcançar seus fins.

O irmão das trevas trabalha por meio da força inerente dos senhores lunares.”

Há uma promessa no fim dessa disputa. 

Discipleship in the New Age, Vol. II, cita os Arquivos dos Mestres:

“Finalmente, os Senhores solares, por meio de manas (a mente), controlarão os senhores lunares da substância elemental, e não apenas os seus, mas aqueles que buscam neles ajuda.

Assim virá a redenção para todos por meio do homem”.

Os senhores lunares são vidas menores, e a vitória do Anjo é também a elevação deles.

O Anjo em Meditação

Bailey descreve o Anjo Solar como um ser em trabalho contínuo.

“O anjo solar está incessantemente em meditação profunda”, escreve ela em A Treatise on White Magic, e a primeira das quinze regras de magia começa com ele:

“O Anjo Solar se recolhe, não dispersa sua força, mas, em meditação profunda, comunica-se com seu reflexo.”

O reflexo é o homem.

E o reflexo demora a responder:

“o ‘reflexo’ raramente responde ao ego ou ao anjo solar até que muitos ciclos de encarnação tenham transcorrido.”

Por isso a meditação humana, para Bailey, tem uma função precisa:

“a principal função da meditação é levar o instrumento inferior a tal condição de receptividade e de resposta vibratória que o Ego, ou anjo solar, possa usá-lo e produzir resultados específicos.”

Esoteric Psychology, Volume I, propõe uma forma de olhar para a personalidade a partir disso:

ela é a medida “do êxito do anjo solar num dado ponto do tempo e do espaço (que é tudo o que a personalidade é, em última análise), à medida que ele constrói e qualifica sua aparência fenomênica.”

O caráter de uma pessoa, nessa leitura, mostra até onde o Anjo já conseguiu chegar através dela.

O Sacrifício

Bailey volta muitas vezes à palavra sacrifício para descrever o que os Anjos Solares fizeram.

Em Esoteric Psychology, Volume II:

“O sacrifício dos anjos solares trouxe à existência o quarto reino da natureza.”

E logo adiante:

“Tudo isso envolve a morte e o sacrifício de um Filho de Deus, um anjo solar, pois, do ângulo da Divindade, a descida à matéria, a manifestação por meio da forma, a tomada de um corpo, a extensão da consciência pelo processo da encarnação, são todos ocultamente considerados morte.

Mas os anjos ‘escolheram morrer e, morrendo, viveram.'”

Em Initiation, Human and Solar, a imagem é a de um antepassado.

No momento da revelação, o iniciado fica diante do Anjo Solar, que “é literalmente seu ancestral divino, o ‘Vigilante’ que, através de longos ciclos de encarnação, derramou-Se em sacrifício para que o homem pudesse SER.”

E uma das estrofes de A Treatise on Cosmic Fire diz apenas:

“Firmemente os Senhores solares sacrificam a Si mesmos; Eles são o fogo sobre o altar.

O quarto fornece o combustível.”

O quarto é o reino humano.

O Anjo da Presença e o Habitante do Umbral

Nos livros mais psicológicos, o Anjo Solar ganha o nome pelo qual a experiência o conhece.

Numa instrução de Discipleship in the New Age, Vol. I, Bailey escreve:

“Você, uma alma em encarnação, está conscientemente ciente do fato, subjetiva e muitas vezes vagamente pressentido, do seu verdadeiro Eu, do anjo solar, que é o Anjo da Presença.

Seu problema é aprofundar essa compreensão, e saber-se como o Anjo, colocado entre você, o homem do plano físico, e a Presença.”

Esoteric Healing esclarece os dois termos:

“No ser humano há, portanto, duas grandes energias ancoradas; uma não realizada, a que damos o nome de PRESENÇA, e a outra realizada, a que damos o nome de Anjo da PRESENÇA.

Estas são a alma (o anjo solar) e a mônada.”

E Esoteric Psychology, Volume II, fala de um reflexo ainda mais próximo:

o “Anjo da Guarda”, que “é o reflexo tênue do Anjo da Presença, o Anjo Solar, que caminha com cada ser humano desde o momento do nascimento até a morte, incorporando tanta luz disponível quanto o homem, em qualquer momento do caminho da evolução, pode usar e expressar.”

Diante do Anjo está o seu oposto.

Em Glamour, a World Problem, Bailey define o Habitante do Umbral como “aquele que está diante da Porta de Deus”, que “habita na sombra do portal da iniciação e enfrenta o Anjo da Presença de olhos abertos”, e explica:

“O Habitante pode ser definido como a soma total das forças da natureza inferior, tal como expressas na personalidade, antes da iluminação, da inspiração e da iniciação.”

Em Discipleship in the New Age, Vol. I, ela diz quando o encontro acontece:

esse conflito “culmina, antes de cada uma das três primeiras iniciações, no confronto dos dois oponentes;

o Habitante do Umbral (da iniciação, meu irmão) e o Anjo da Presença ficam face a face.”

O Habitante não é vencido pela força. A Treatise on Cosmic Fire descreve como “os Anjos solares resplandecem em toda a sua glória por meio da natureza inferior no plano físico, essa natureza inferior fornecendo combustível às chamas.

O odiado ‘Habitante do Umbral’ assim morre gradualmente por falta de sustento”.

E Glamour, a World Problem diz o que acontece na quarta iniciação:

o iniciado “vê o Habitante do Umbral fundir-se com o Anjo da Presença.”

The Externalisation of the Hierarchy acrescenta uma observação que devolve o tema a cada pessoa.

Numa vida, o homem pode estar ocupado em combater o Habitante ou em orientar-se para o Anjo, “mas, e este é o ponto importante, é ele mesmo quem evoca uma ou outra dessas manifestações.”

A Segunda Fecundação

O primeiro grande ato dos Anjos Solares foi a individualização, e Bailey o descreve em A Treatise on White Magic como resposta a um chamado:

“Naquele tempo os anjos solares, em resposta a uma exigência ou a uma atração da raça de homens-animais (como um todo, notem isso), enviaram uma parte de sua energia, incorporando a qualidade da mentalização, a esses homens-animais.

Eles fecundaram, se assim posso dizer, o cérebro.”

Ela anuncia um segundo ato.

“O florescimento da mente nos homens, que tanto distingue a era atual, indica ao Anjo solar uma segunda crise, da qual a primeira foi apenas o símbolo.”

E resume as duas numa frase:

“O primeiro esforço do Anjo solar transformou homens-animais em seres humanos;

o segundo transformará seres humanos em entidades espirituais, acrescidas dos frutos da experiência da família humana.”

A Retirada do Anjo

O Anjo Solar não permanece para sempre.

Em Initiation, Human and Solar, Bailey explica que o Ego “é eterno” do ponto de vista do homem nos três mundos, mas só relativamente:

“chega o dia em que a vida que se expressa por meio do Ego, o Pensador, o Senhor Solar ou Manasadeva, procura libertar-se até mesmo dessa limitação e retornar à fonte de onde originalmente emanou.”

E conclui:

“Quando a quarta iniciação é alcançada, a obra de destruição está consumada, o anjo solar retorna ao seu lugar, tendo cumprido sua função”.

A Treatise on Cosmic Fire descreve o gesto final:

“por meio da pronúncia de uma certa Palavra de Poder, os grandes Anjos solares recolhem em si mesmos o fogo solar, produzindo assim a dissipação final da forma”.

Em A Treatise on White Magic, Bailey antecipa a surpresa de quem chega lá: é um mistério “que será resolvido à medida que o homem chegar à consciência de seu anjo solar, apenas para descobrir que também ele é apenas uma forma de vida que, tendo servido ao seu propósito, deve ser deixada para trás.”

Esoteric Astrology coloca a sequência inteira em três linhas:

“O Filho da Mente, o Anjo solar, deve agora manifestar-se como um Filho de Deus. Este Anjo solar, quando no controle, deve finalmente ceder lugar à Presença.”

Conclusão

Agnishvatta, Manasadeva, Senhor Solar, Filho da Mente, Anjo da Presença:

Bailey usa todos esses nomes para o ser que fez do animal humano um pensador, que construiu a alma com a sua substância e que ainda medita por cada pessoa encarnada.

Cada nome mostra uma face dele:

o fogo que acendeu a mente, a origem cósmica e venusiana, a disputa com os senhores lunares dos corpos, o sacrifício e, por fim, a presença luminosa diante da qual a personalidade encontra a sua sombra.

Bailey chama esses seres de “os Agnishvattas que somos nós mesmos”.

O caminho que ela descreve é o do homem que vai se reconhecendo no Anjo, até que o Anjo, cumprida a sua função, se recolha e deixe a Presença à vista.

Fontes Diretas

A Treatise on Cosmic Fire, “3. The Solar Angels, the Agnishvattas, Part 1” (a abertura do tema, a lista de nomes, a união dos três princípios superiores e inferiores, a quinta Hierarquia e o princípio do Eu), “Part 2” (os Senhores da Chama ou Manasadevas, o lótus de nove pétalas, os protótipos cósmicos, a força que produz a iniciação, a próxima ronda e as pétalas feitas da substância dos Agnishvattas), “Part 4” (a substância dotada de Eu-idade, os Pitris lunares que não passaram pelo estágio humano e o recolhimento do fogo solar), “Part 6” (os três grupos que formam os círculos de pétalas) e “Part 7” (a estrofe do sacrifício dos Senhores solares); “2. The Fire Devas, the Greater Builders, Part 1” (os construtores do corpo de consciência); “1. The Creation of Thought Forms” (o Anjo solar que apaga a luz dos anjos lunares e a morte do Habitante do Umbral); “2. The Nature of Magic” (a magia branca e o irmão das trevas); “3. Fifteen Rules for Magic, Part 1” (a primeira regra, o reflexo e a função da meditação); “IV. The Turning of the Wheel” (o produto de um sistema anterior); “Division C, Seven Esoteric Stanzas, Part 3” (a nota sobre os Manasaputras); A Treatise on White Magic, “Man’s Three Aspects, Part 2” (o Senhor Solar e os Senhores Lunares), “The Way of the Disciple” (o anjo em meditação incessante e o reflexo), “The Overcoming of the Hindrances” (a primeira e a segunda fecundação) e “Soul Light and Body Light” (o anjo que também deve ser deixado para trás); Initiation, Human and Solar, “Chapter XII, The Two Revelations” (o ancestral divino e Vigilante), “Chapter XIII, The Rods of Initiation” (o Senhor Solar ou Manasadeva e a retirada na quarta iniciação) e “Chapter XIX, Rules for Applicants, Part 1” (a regra do único luminar); The Rays and the Initiations, “Introductory Statement” e “Rule Five” (a regra para os candidatos); Education in the New Age, “Chapter I, The Objective of the New Education, Part 1” (os muitos nomes do princípio da inteligência); Esoteric Astrology, “3. Spiritual Effects of the Zodiacal Constellations” (os Agnishvattas que somos nós mesmos, a origem venusiana e o Anjo que cede lugar à Presença); Telepathy and the Etheric Vehicle, “Section One, Teaching on Telepathy, Part 5” (os Senhores da Chama vindos de Vênus e os Anjos Solares visitantes); Esoteric Psychology, Volume I, “3. Three Major Propositions” (a personalidade como medida do êxito do anjo solar); Esoteric Psychology, Volume II, “2. The Coordination of the Personality, Part 1” (o Anjo da Guarda) e “II. The Seven Laws of Soul or Group Life, Part 1” (o sacrifício dos anjos solares e os nirvanis que retornam); Esoteric Healing, “Chapter VIII, The Laws and Rules Enumerated and Applied” (a Presença e o Anjo da Presença); Discipleship in the New Age, Vol. I, “Section Two, Personal Instructions to Disciples, Part 13” (o anjo solar que é o Anjo da Presença) e “Section Three, The Six Stages of Discipleship, Part 4” (o confronto antes das três primeiras iniciações); Discipleship in the New Age, Vol. II, “Section Two, Teachings on Meditation, Part 5” (os Senhores solares que controlarão os senhores lunares); Glamour, a World Problem, “Section One, The Nature of Glamour, Part 3” (a definição do Habitante do Umbral) e “Section Two, The Causes of Glamour, Part 1” (a fusão na quarta iniciação); The Externalisation of the Hierarchy, “Section Three, Forces Behind the Evolutionary Progress of the Race” (é o homem quem evoca o Habitante ou o Anjo).

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