O Sacrifício Segundo Alice Bailey: a Lei Daqueles que Escolhem Morrer
Introdução
Poucas palavras chegam tão gastas ao vocabulário espiritual quanto sacrifício.
Ela traz consigo a imagem do altar e da perda, da mãe que se anula pelos filhos, do santo que sofre para merecer o céu.
Alice Bailey conhecia esse peso e o nomeou sem rodeios.
Em Esoteric Psychology, Volume II, ela escreve que “a ideia de sacrifício, em suas piores implicações, foi desenvolvida.”
O que ela propõe no lugar é uma lei.
Uma lei que governa o surgimento e o desaparecimento de universos e, com a mesma precisão, o gesto de quem cede a palavra numa reunião, perdoa uma ofensa ou oferece uma hora do seu dia a quem precisa.
Diante dela, o sacrifício deixa de ser perda e se revela como a forma mais alta de escolha.
A Primeira Lei da Alma
Bailey descreve sete leis que regem a vida da alma, e a primeira delas tem dois nomes:
“A Lei do Sacrifício. A Lei daqueles que escolhem morrer.”
O símbolo que ela lhe atribui é “uma Cruz rosa com um pássaro dourado”, a cruz e o voo na mesma imagem.
É também a mais próxima de nós.
“Esta lei do sacrifício, que é a primeira das leis a ser apreendida pela inteligência humana, é por isso a mais fácil de o homem compreender (porque ele já é governado por ela e, portanto, tem consciência dela)”.
O alcance que Bailey lhe dá não tem medida humana:
“esta lei dominante do mundo governa o aparecimento e o desaparecimento de universos, de sistemas solares, de raças e de nações, de líderes e governantes do mundo, de seres humanos que encarnam e de Filhos de Deus que revelam.”
Bailey a liga ainda à energia do quarto raio, o da harmonia através do conflito, e explica por que é na Terra que ela se faz sentir com tanta força:
“neste quarto esquema planetário e no nosso quarto globo (o globo terrestre) tanta ênfase é colocada sobre esta Lei do Sacrifício, ‘a Lei daqueles que escolhem morrer’.”
O que esse raio produz na história dos povos já foi visto em artigo dedicado ao quarto raio.
O que importa aqui é a lei em si.
A lei, porém, foi capturada pelo pequeno eu. Bailey lembra que “o tema de todas as religiões do mundo tem sido o sacrifício divino”, e logo adverte:
“Tal é a cegueira, e tal é a influência contaminadora do homem inferior e separativo, que esta lei divina do sacrifício é empregada com a intenção egoísta da salvação pessoal e individual.”
Dar, Resgatar, Abrir Mão
Para devolver à lei o seu sentido, Bailey a traduz em três expressões.
A primeira é a mais simples de todas:
“O SIGNIFICADO DA LEI DO SACRIFÍCIO.
Significa o impulso de dar.
Todo o segredo das doutrinas do ‘perdão dos pecados’ e da ‘reconciliação’ está oculto nesta frase simples.”
Perdoar, nessa leitura, é uma forma de dar.
The Externalisation of the Hierarchy leva a ideia até o limite:
“O perdão é sacrifício, e é a entrega de si mesmo, até da própria vida, pelo bem dos outros e pelo bem de todo o grupo.”
E dá à criação inteira esse mesmo nome:
“A manifestação é, em si mesma, o Grande Perdão.”
Em Education in the New Age, a definição desce ao cotidiano:
o perdão “é essencialmente o processo pelo qual cada um dá a cada um ao longo de linhas psíquicas”, uma das expressões rudimentares de um sacrifício que, diz Bailey, “é ainda completamente mal compreendido e mal interpretado.”
A segunda expressão é resgate.
“A Lei do Sacrifício significa também resgate e está por trás de todos os processos evolutivos”.
E aqui Bailey surpreende, porque reconhece essa lei em lugares que ninguém chamaria de sagrados:
“O instinto de melhoria, o impulso de progredir (físico, emocional e intelectual), o esforço de melhorar as condições, a tendência à filantropia que tão rapidamente toma conta do mundo, e o senso de responsabilidade que faz os homens perceberem que são guardiões de seus irmãos, são todos expressões desse instinto sacrificial.”
A terceira é a renúncia ao ganho, “o tema básico do Bhagavad Gita”.
E Bailey a resume numa frase que desenha a evolução inteira:
“Este impulso de sacrificar, de abrir mão disto por aquilo, de escolher um caminho ou uma linha de conduta e assim sacrificar outro, de perder para finalmente ganhar, tal é a história subjacente da evolução.”
Assumir, Não Abrir Mão
Em Discipleship in the New Age, Vol. II, Bailey inverte a palavra por dentro:
“O sacrifício não deve ser considerado um ‘abrir mão’, mas antes um ‘assumir’.”
Quem sacrifica toma para si uma tarefa.
E ela dá o exemplo mais alto que conhece:
Sanat Kumara, o Senhor do Mundo, chamado “o Grande Sacrifício”.
“O sacrifício básico que o Logos planetário fez foi quando decidiu encarnar ou entrar na forma deste planeta.
Isso foi por pura escolha, motivado por Sua ‘determinação fixa’ de atuar como o Salvador do planeta”.
O preço dessa escolha é o anonimato:
“Sob a Lei do Sacrifício, o Senhor do Mundo permanece sempre por trás das cenas, desconhecido e não reconhecido por todas as ‘sementes’ que Ele veio salvar, até que elas tenham alcançado o estágio de florescer como homens perfeitos”.
E a lei se repete em escala humana, com uma ternura discreta:
“O iniciado, em sua pequena escala, também tem de aprender a trabalhar por trás das cenas, desconhecido, não reconhecido e não aclamado”.
A recompensa que lhe resta é uma só:
“a recompensa de almas resgatadas, vidas reconstruídas e da humanidade conduzida adiante no Caminho de Retorno.”
A mesma lógica do assumir está na origem da mente humana, no gesto dos Anjos Solares que “escolheram morrer e, morrendo, viveram”, e que o artigo desta biblioteca dedicado a eles descreve em detalhe.
Bailey estende esse gesto ao leitor, porque esses “Senhores do Conhecimento e da Compaixão e da Devoção incessante e perseverante”, diz ela, “somos nós mesmos”.
Onde a Dor Entra
Se o sacrifício é escolha, de onde vem a dor que sempre o acompanhou?
Bailey responde com uma das passagens mais inesperadas de toda a sua obra.
A vida que anima a Terra tem o temperamento de um “Rebelde Divino”, e “é apenas a rebelião que produz dor e tristeza”.
As mesmas condições que unem o sacrifício ao sofrimento existem, segundo ela, apenas em Marte e em Saturno:
“Não são encontradas nos outros planetas.”
Para o Logos solar, a equação é outra:
“Bem-aventurança e Sacrifício são termos sinônimos no que diz respeito ao nosso Logos solar, e também para a maioria dos Logoi planetários. Isso deve ser lembrado.”
Daí vem a frase que reorganiza tudo:
“No momento em que um homem se identifica com sua alma e não com sua forma, então ele compreende o significado da Lei do Sacrifício;
ele é espontaneamente governado por ela; e ele é aquele que, com intenção deliberada, escolherá morrer.
Mas não há dor, nem tristeza, nem morte real envolvidas.”
The Rays and the Initiations vai ainda mais fundo. No estágio em que a vontade da alma começa a se impor, “a personalidade está também chegando à compreensão de que, na realidade, não existe sacrifício.
O sacrifício é geralmente apenas o desejo frustrado da natureza inferior, suportado de boa vontade pelo aspirante, mas, nesta fase, uma má interpretação e uma limitação.”
E pede aos estudantes que se livrem “da ideia usual de sacrifício como um processo de abrir mão, ou de renúncia a tudo o que torna a vida digna de ser vivida.
O sacrifício é, tecnicamente falando, a conquista de um estado de bem-aventurança e de êxtase”.
Quanto à leitura religiosa que fez do sacrifício um sofrimento imposto do alto, Bailey é direta:
em Discipleship in the New Age, Vol. II, ela afirma que a interpretação cristã da Vontade de Deus e do significado do sacrifício “baseia-se, na realidade, na revolta humana”.
O que ela conclui logo depois é ao mesmo tempo um paradoxo e uma libertação:
quando a vontade espiritual se expressa, mesmo em pequena medida, “não existe tal coisa como sacrifício”.
Os Glamours do Sacrifício
Uma lei tão poderosa tem as suas imitações, e Bailey as nomeia com precisão.
Na lista de glamours de Glamour, a World Problem, duas aparecem lado a lado:
“O glamour do autossacrifício. O glamour do altruísmo egoísta.”
O primeiro deles é o sacrifício que pede algo em troca.
Ao descrever as pétalas do lótus egóico, já tratadas em artigo próprio desta biblioteca, Bailey distingue o sacrifício a que o homem é empurrado “pela força das circunstâncias, e não do livre-arbítrio”, daquele em que ele já procura conscientemente ceder seus desejos pelo grupo, mas cujo motivo “ainda é colorido pelo desejo de um retorno daquilo que dá e pelo amor daqueles a quem procura servir.”
Numa instrução pessoal de Discipleship in the New Age, Vol. I, a mesma armadilha aparece com nitidez:
alguém capaz de sacrificar tudo pela alma era também capaz de, “do ângulo inferior”, sacrificar “muito para ser amado pelas pessoas.”
O segundo é o sacrifício que esquece o amor.
A outro discípulo, Bailey adverte:
“Você está, sob o glamour do idealismo, inclinado a sacrificar o espírito do amor para preservar a forma do seu ideal.”
E em The Rays and the Initiations descreve a aspiração que, pela sua intensidade, “sacrificaria o tempo, as pessoas e a própria vida ao chamado do Iniciador, ou antes, para ser correto, àquilo que acreditam ser o Seu chamado.”
A terceira iniciação, diz ela, não se aproxima pelos picos da aspiração nem “pelo sacrifício fanático”, mas a partir de “um planalto nivelado de experiência e de consciência”.
Há ainda o sacrifício que se alimenta de si mesmo. Bailey fala do “glamour do Terreno Ardente”, que pode absorver tanto o discípulo que o seu lugar no fogo, os resultados das chamas e o calor da purificação “se tornam o tema que tudo absorve da personalidade”.
E há o sacrifício imposto.
Em Education in the New Age, Bailey lembra aos idealistas que exigem a renúncia alheia em nome do bem comum que “o único verdadeiro sacrifício é aquele que é iniciado por si mesmo”, e que o sacrifício imposto é, em última análise, “a coerção do indivíduo e sua submissão forçada a uma vontade mais forte.”
Initiation, Human and Solar diz o mesmo em poucas palavras:
cada passo adiante exige o sacrifício do que o coração mais preza, “e sempre esse sacrifício deve ser voluntário.”
O Sacrifício de Cada Dia
Contra a imagem do martírio, Bailey coloca a vida comum.
Em The Externalisation of the Hierarchy:
“Quando se reconhecer que o ‘dar-por’ envolve viver corretamente no plano físico e não (como tão frequentemente se pensa) a morte do corpo físico, então veremos um mundo revitalizado.”
E logo adiante:
“É o sacrifício, dia após dia, no processo da vida diária, que pode salvar o mundo dos homens”.
Viver para que outros também vivam, conclui ela, “é o tema do Novo Testamento.”
Esse sacrifício tem formas concretas e às vezes desconcertantes.
Em Esoteric Psychology, Volume II, Bailey propõe duas renúncias aos que trabalham em grupo:
“Renunciem ou sacrifiquem a antiga tendência a criticar e ajustar o trabalho do outro” e “renunciem ou sacrifiquem o senso de responsabilidade pelas ações dos outros”.
O que os Mestres procuram em quem serve, acrescenta, é “a disposição de sacrificar o menor quando o maior é pressentido”, e “o abandono espontâneo de ideais há muito mantidos quando um maior e mais inclusivo se apresenta”.
Há também um paradoxo que dá sentido ao crescimento.
“Aprendemos a nos aperfeiçoar a fim de ter algo para sacrificar ao grupo”, escreve Bailey em The Externalisation of the Hierarchy.
E ela situa na família uma das escolas mais exigentes dessa lei:
“Não há melhor escola de treinamento para um discípulo e um iniciado do que a vida familiar, com suas relações impostas, sua margem para ajustes e adaptabilidade, seus sacrifícios e serviços exigidos”.
Numa das instruções de Discipleship in the New Age, Vol. I, ela deixa uma regra que vale para qualquer serviço:
“o sacrifício deve tocar as profundezas do dar, e não convocar aquilo que está na superfície ou aquilo que pode ser conhecido.
O sacrifício invisível deve acompanhar aquilo que pode ser visto.”
E a pergunta que um dos discípulos levava para a meditação serve a quem lê:
“O que obstrui que possa ser sacrificado?”
A Vontade por Trás da Lei
Nas instruções sobre iniciação de Discipleship in the New Age, Vol. II, Bailey formula um dos seus pontos de revelação numa frase curta:
“A Vontade é uma expressão da Lei do Sacrifício.”
Ela explica por quê:
a vontade, tal como o iniciado a compreende, é essencialmente a essência monádica, “qualificada pela ‘determinação fixa'”, identificada com o propósito do Logos planetário.
E o iniciado, em sua pequena escala, deve aprender a expressar a Lei do Sacrifício “por meio da vontade desenvolvida, pura e raciocinante, e não simplesmente a partir do amor impulsivo e de sua atividade.
Aqui está uma distinção básica.”
A lei tem também um aspecto destruidor, ativo da segunda à quarta iniciação, quando quebra sucessivamente o controle do corpo astral, o domínio da personalidade e, por fim, o corpo causal.
Esse último passo, a Grande Renúncia, já foi descrito no artigo desta biblioteca sobre o corpo causal.
Bailey insiste em como se chega até ele:
“A Grande Renúncia só se torna possível quando a prática das pequenas renúncias governa a vida de um discípulo e de um grupo.”
O grande gesto final é feito de muitos gestos pequenos, vividos ao longo de muitas vidas.
E nada do que se entrega se perde.
A um discípulo, Bailey lembra que “a Lei do Sacrifício é sempre seguida pela Lei da Reapropriação, no sentido espiritual.”
A outro, explica que a Lei do Sacrifício e a Lei da Compensação estão estreitamente ligadas, mas que o sacrifício é o primeiro a se tornar ativo na vida diária:
“A compensação vem mais tarde a ser reconhecida.”
O Caminho da Alegria
Bailey anuncia que o vocabulário do sacrifício vai mudar.
Em Esoteric Psychology, Volume II, ela escreve que “os conceitos de morte, de substituição, de reconciliação vicária e de sacrifício serão, na Nova Era, substituídos pelos conceitos de ressurreição ou de vivacidade, de unidade espiritual, de transferência e de serviço, de modo que uma nova nota entrará na vida humana, trazendo esperança e alegria e poder e liberdade.”
A imagem que ela escolhe para essa passagem é a do homem que carrega um jarro de água sobre a cabeça, o símbolo de Aquário.
Esse homem “esteve sobre a cruz do sacrifício por tanto tempo que a posição se tornou para ele perfeitamente natural”, e o jarro indica “que a cruz, que o sustentou por tanto tempo, agora desapareceu.” O que fica é “prumo, equilíbrio e balanço”.
Uma frase antiga, citada em Discipleship in the New Age, Vol. II, descreve a transformação de que ela fala:
há “aquilo que transforma o sacrifício em bem-aventurança onde não existe nem tempo nem espaço.”
E uma das sementes de meditação que Bailey deu a um discípulo resume o ensinamento inteiro em duas linhas:
“O Caminho do Sacrifício é eternamente o Caminho da Alegria. O Caminho da Alegria conduz ao Lugar da Paz.”
Conclusão
Para Alice Bailey, o sacrifício é a lei mais antiga da alma e a mais próxima do homem comum.
Ela chama de sacrifício o impulso de dar, o instinto de resgatar e a disposição de soltar o menor quando o maior aparece.
Atribui a dor que a palavra carrega à rebelião da forma, que a lei não contém.
Põe em guarda contra as suas imitações:
o sacrifício que pede retorno, o que sacrifica o amor ao ideal, o que se impõe aos outros.
E desloca o seu lugar do altar para a vida diária, da morte do corpo para a vida vivida para que outros vivam.
O que ela descreve, ao fim, é uma escolha feita tantas vezes e com tanta naturalidade que deixa de ser sentida como perda.
Quem chega a esse ponto, diz Bailey, descobre que “não existe tal coisa como sacrifício”. Existe apenas a alma, escolhendo dar.
Fontes Diretas
Esoteric Psychology, Volume II, “II. The Seven Laws of Soul or Group Life, Part 1” (a Lei do Sacrifício como primeira lei da alma, a Lei daqueles que escolhem morrer, o impulso de dar, o resgate, a renúncia ao ganho, o quarto raio, o Rebelde Divino e a dor, a bem-aventurança como sinônimo de sacrifício, a identificação com a alma, os Senhores do Conhecimento e da Compaixão, as renúncias propostas aos grupos de servidores e o que os Mestres procuram), “Part 2” (a ideia de sacrifício em suas piores implicações e o homem com o jarro de água) e “3. Some Problems of Psychology, Part 2” (os conceitos de sacrifício substituídos na Nova Era); Esoteric Psychology, Volume I, “3. The Animal Kingdom, Part 3” (a vida familiar como escola); The Externalisation of the Hierarchy, “Section Two, The General World Picture, Part 5” (o perdão como sacrifício, a manifestação como Grande Perdão, o dar-por como viver corretamente, o sacrifício de cada dia) e “Section Three, Forces Behind the Evolutionary Progress of the Race, Part 6” (aperfeiçoar-se para ter algo a sacrificar ao grupo); Education in the New Age, “Chapter IV, The Culture of the Individual” (o perdão como dar psíquico e o sacrifício iniciado por si mesmo); Discipleship in the New Age, Vol. II, “Section Three, Teachings on Initiation, Part 1” (o sacrifício transformado em bem-aventurança), “Part 2” (o sacrifício como assumir, Sanat Kumara como o Grande Sacrifício, o trabalho por trás das cenas, a vontade como expressão da Lei do Sacrifício), “Part 3” (quando a vontade espiritual se expressa, não existe sacrifício), “Part 6” (a interpretação cristã baseada na revolta humana) e “Part 7” (o aspecto destruidor da lei nas iniciações), e “Section Four, Personal Instructions to Disciples” (a Lei do Sacrifício e a Lei da Compensação; o sacrifício do espírito do amor à forma do ideal); Discipleship in the New Age, Vol. I, “Section Two, Personal Instructions to Disciples” (sacrificar para ser amado, o glamour do Terreno Ardente, o sacrifício que toca as profundezas do dar, a pergunta para a meditação, a Lei da Reapropriação, o Caminho do Sacrifício como Caminho da Alegria); Glamour, a World Problem, “Section Two, The Causes of Glamour, Part 1” (o glamour do autossacrifício e do altruísmo egoísta); A Treatise on Cosmic Fire, “III. The Egoic Lotus” (as pétalas de sacrifício e os motivos do sacrifício); The Rays and the Initiations, “Section One, The Aspirant and the Mysteries of Initiation” (não existe sacrifício, o sacrifício como bem-aventurança e êxtase), “Rule Six” (o sacrifício fanático e o planalto nivelado) e “Rule Eleven” (as pequenas renúncias); Initiation, Human and Solar, “Chapter IX, The Path of Initiation” (o sacrifício sempre voluntário).


