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As Leis da Cura Segundo Alice Bailey

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As Leis da Cura Segundo Alice Bailey

Introdução

A parte final de Esoteric Healing, de Alice Bailey, é um pequeno código: dez leis e seis regras para quem cura.

Bailey as escreveu com um aviso:

o que propõe “é basicamente novo”, não se apoia em afirmações e não promete o que a raça ainda não pode realizar.

“O curador na Nova Era reconhecerá a limitação e as circunstâncias condicionantes, mais o destino.”

Ele sabe também “que a cura do corpo físico nem sempre é o bem espiritual mais elevado”.

Este texto apresenta as dez leis e as seis regras, a lei maior de que todas derivam, as três leis maiores da saúde e as leis menores que Bailey menciona ao longo do livro.

As leis estão traduzidas na íntegra, porque a sua forma faz parte do ensinamento.

O mapa completo de todas as leis está em “As Leis Segundo Alice Bailey: a Arquitetura da Lei”.

As Leis da Cura São Leis da Alma

Bailey começa situando as leis da cura num quadro maior.

Há três grupos de leis no nosso sistema solar:

as Leis da Natureza, “as leis separativas da natureza da forma”;

as Leis da Alma, “as leis unificadoras da integridade do grupo”;

e as Leis da Vida, “as leis dinâmicas do próprio Ser”.

As leis da cura pertencem ao segundo grupo.

A doença, explica ela, “é algo que ataca a integridade ou a harmonia da natureza da forma que o homem espiritual interior precisa usar para fazer os seus contatos nos três mundos”.

Daí o nome da lei que as reúne:

“As dez leis que vamos considerar podem, portanto, ser consideradas dez leis subsidiárias da Lei fundamental da Integridade Essencial.”

E as regras têm outro papel:

“As seis regras tratam apenas da aplicação desta integridade realizada às condições e à situação com que o curador se defronta.”

Bailey define a integridade em três palavras:

ela “envolve foco, tensão e expressão”.

Ela também explica por que, na sua visão, quase não houve cura sistemática até agora.

O que existiu foi, em grande parte, “cura acidental”, porque o paciente teria sarado de qualquer modo.

“A cura deliberada e consciente, com plena compreensão, só ocorreu quando o curador era um iniciado de alto grau.”

As Dez Leis e as Seis Regras

Bailey pediu que as regras fossem dadas junto às leis a que se relacionam, e a sequência abaixo segue essa ordem.

Lei I: A Vida da Alma Inibida

“Toda doença é o resultado da vida da alma inibida.

Isto é verdade para todas as formas em todos os reinos.

A arte do curador consiste em libertar a alma para que a sua vida possa fluir através do agregado de organismos que constituem qualquer forma particular.”

Esta é a lei de base, sem regra associada.

Bailey acrescenta que, onde há fluxo completo e desimpedido da alma aos sete centros vitalizadores, há a saúde perfeita do iniciado de quarto grau, salvo algum karma disciplinar ou experimental.

Mas adverte contra uma leitura ingênua: num caso de doença grave, o curador não tenta pôr o paciente em contato com a sua alma, porque o paciente raramente pode responder.

O curador trabalha com o corpo etérico, “o fator de maior importância e o principal veículo com que deve lidar”.

Lei II: A Antiga Lei da Partilha do Mal

“A doença é o produto de três influências, e está sujeita a elas:

primeiro, o passado de um homem, em que ele paga o preço de antigos erros; segundo, a sua herança, em que partilha com toda a humanidade aquelas correntes de energia contaminadas que são de origem grupal; terceiro, ele partilha com todas as formas naturais aquilo que o Senhor da Vida impõe ao Seu corpo.

Estas três influências são chamadas de ‘Antiga Lei da Partilha do Mal’.

Esta deve dar lugar algum dia à nova ‘Lei do Antigo Bem Dominante’, que está por trás de tudo o que Deus fez.

Esta lei deve ser posta em atividade pela vontade espiritual do homem.”

Bailey extrai daí duas atitudes para o paciente.

A primeira: a doença tem raízes no passado e pode ser “um modo benéfico de pagar dívidas antigas”, o que produz “uma atitude construtiva de aquiescência;

não uma aquiescência que leva à inação, mas uma que produz um senso de responsabilidade pela ação correta”.

A segunda: ele não está sozinho. “O tratamento correto da má saúde é um fator importante para derrubar a separatividade e o senso de solidão e isolamento; é por isso que os efeitos da má saúde, quando corretamente tratados, levam a uma suavização do temperamento e a uma ampliação das simpatias.”

A doença não desaparecerá de repente:

“se desaparecesse, a implicação seria que a Lei do Karma já não controla, e não é esse o caso”.

A Lei do Bem Dominante só agirá quando grande número de homens tiver construído o antahkarana e puder usar a vontade espiritual.

Regra Um: Conhecer a Causa e o Ponto de Alívio

“Que o curador se treine para conhecer o estágio interior de pensamento ou de desejo daquele que busca a sua ajuda.

Poderá assim conhecer a fonte de onde vem o problema.

Que relacione a causa e o efeito e conheça o ponto exato pelo qual o alívio deve vir.”

Lei III: A Centralização Básica da Energia

“A doença é um efeito da centralização básica da energia vital de um homem.

Do plano em que essas energias estão focalizadas procedem as condições determinantes que produzem a má saúde.

Estas, portanto, resultam em doença ou em ausência de doença.”

Lei IV: O Ponto de Fricção e as Raízes no Bem

“A doença, tanto física quanto psicológica, tem as suas raízes no bom, no belo e no verdadeiro.

É apenas um reflexo distorcido de possibilidades divinas.

A alma frustrada, buscando a plena expressão de alguma característica divina ou realidade espiritual interior, produz, dentro da substância dos seus invólucros, um ponto de fricção.

Sobre este ponto se focalizam os olhos da personalidade, e isto leva à doença.

A arte do curador se ocupa de erguer os olhos voltados para baixo até a alma, o verdadeiro Curador dentro da forma.

O olho espiritual, ou terceiro olho, dirige então a força curadora, e tudo fica bem.”

Bailey considera esta a lei mais abrangente, aquela que poderia ser vista como a razão de toda doença.

Ela parte de um paradoxo: bem e mal são “a mesma coisa, embora em sentido inverso”.

Como o homem é uma alma, estabelece-se uma fricção entre alma e personalidade, e essa fricção é “uma causa principal (se não a causa principal) de toda doença”.

Daí a resposta a uma pergunta antiga, a de por que pessoas avançadas, líderes espirituais e os que se voltam para a vida espiritual adoecem com tanta frequência: a energia da alma que passa pelo corpo encontra uma resistência de intensidade correspondente.

Regra Dois: A Pureza Magnética e a Radiação da Cabeça

“O curador deve alcançar a pureza magnética, por meio da pureza de vida.

Deve atingir aquela radiância dissipadora que se mostra em todo homem quando ele ligou os centros da cabeça.

Quando este campo magnético está estabelecido, a radiação então se propaga.”

Lei V: O Conflito das Sete Energias

“Nada existe senão energia, pois Deus é Vida.

Duas energias se encontram no homem, mas outras cinco estão presentes.

Para cada uma se encontra um ponto central de contato.

O conflito dessas energias com as forças, e das forças entre si, produz os males corporais do homem.

O conflito da primeira e da segunda persiste por eras, até que o cume da montanha seja alcançado, o primeiro grande cume. A luta entre as forças produz toda doença, todos os males e a dor corporal que busca libertação na morte.

As duas, as cinco e, assim, as sete, mais aquilo que produzem, possuem o segredo.

Esta é a quinta Lei da Cura no mundo da forma.”

Regra Três: A Sincronização dos Centros

“Que o curador concentre a energia necessária no centro necessário.

Que esse centro corresponda ao centro que tem a necessidade.

Que os dois se sincronizem e juntos aumentem a força.

Assim a forma que espera será equilibrada no seu trabalho.

Assim os dois e o um, sob a direção correta, curarão.”

Lei VI: Construtores da Alma vs. Senhores Lunares

“Quando as energias construtoras da alma estão ativas no corpo, então há saúde, interação limpa e atividade correta.

Quando os construtores são os senhores lunares e aqueles que trabalham sob o controle da lua e às ordens do eu pessoal inferior, então há doença, má saúde e morte.”

Lei VII: O Fluxo Desimpedido até a Glândula

“Quando a vida ou energia flui desimpedida e por direção correta até a sua precipitação (a glândula relacionada), então a forma responde e a má saúde desaparece.”

Regra Quatro: O Diagnóstico Etérico e o Homem Inteiro

“Um diagnóstico cuidadoso da doença, baseado nos sintomas externos verificados, será simplificado na seguinte medida:

uma vez conhecido e, assim, isolado o órgão envolvido, o centro do corpo etérico que está em relação mais próxima com ele será submetido a métodos de cura oculta, embora os métodos comuns, paliativos, médicos ou cirúrgicos não sejam negados.”

Bailey insiste neste ponto ao longo do livro.

Por muito tempo, a medicina e a cirurgia continuarão a cumprir o seu papel, e a elas se somarão os métodos psicológicos e, depois, o trabalho dos curadores espirituais:

“Desta maneira, uma abordagem completa do homem inteiro será desenvolvida pouco a pouco.”

Lei VIII: As Duas Forças Ativas da Morte

“A doença e a morte são os resultados de duas forças ativas.

Uma é a vontade da alma, que diz ao seu instrumento:

Eu retiro a essência. A outra é o poder magnético da vida planetária, que diz à vida dentro da estrutura atômica:

A hora da reabsorção chegou.

Volta para mim. Assim, sob a lei cíclica, agem todas as formas.”

Ao comentar esta lei, Bailey distingue três vidas no corpo humano encarnado:

a do homem espiritual, transmitida da Mônada pela alma; a vida elemental do quarto reino, que ainda é, “sob a Lei do Isolamento ou da Limitação”, um aspecto da vida do espírito da terra;

e a vida inerente à própria substância atômica.

A segunda força desta lei é o que Bailey, em outro capítulo, chama de Lei do Retorno, e está tratada em “A Lei de Atração Segundo Alice Bailey”.

Regra Cinco: Trabalho Magnético e Radiação Áurica

“O curador deve procurar ligar a sua alma, o seu coração, o seu cérebro e as suas mãos.

Assim poderá derramar a força vital curadora sobre o paciente.

Este é o trabalho magnético.

Ele cura a doença ou aumenta o estado nocivo, segundo o conhecimento do curador.

O curador deve procurar ligar a sua alma, o seu cérebro, o seu coração e a sua emanação áurica.

Assim a sua presença poderá alimentar a vida da alma do paciente.

Este é o trabalho da radiação.

As mãos não são necessárias.

A alma mostra o seu poder.

A alma do paciente responde por meio da resposta da sua aura à radiação da aura do curador, inundada de energia da alma.”

Lei IX: A Lei da Perfeição e a Inofensividade

“A perfeição chama a imperfeição para a superfície.

O bem expulsa o mal da forma do homem no tempo e no espaço.

O método usado pelo Perfeito e aquele empregado pelo Bem é a inofensividade.

Isto não é negatividade, mas equilíbrio perfeito, um ponto de vista completo e compreensão divina.”

Bailey chama esta lei de “Lei da Perfeição” e diz que ela é, na realidade, uma definição da Lei da Evolução, dada do ângulo espiritual.

Ela tem um risco que Bailey não esconde:

ao trazer à superfície o mal oculto, a energia da perfeição pode eliminar a doença ou levar a forma a sucumbir.

“É, portanto, uma sorte que o curador comum seja tão ineficaz que tal possibilidade terrível não esteja presente!”

O método é a “inofensividade perfeita”, sempre usada pelo Cristo.

Do outro lado está a Lei da Imperfeição, que Bailey enuncia em outro capítulo: ela existe “porque as Grandes Realidades (encontradas em todo o mundo fenomênico) estão também em processo de desenvolvimento”.

E acrescenta: “A doença é apenas uma forma de imperfeição transitória.”

Regra Seis: O Amor sob o Comando da Vontade

“O curador ou o grupo de cura deve manter a vontade sob controle.

Não é a vontade que deve ser usada, mas o amor.”

Bailey não elimina a vontade.

Ela a coloca no lugar certo:

“a vontade espiritual deve estar presente como um lago de poder, quieto e profundo, por trás de toda expressão da energia do amor”.

Lei X: O Chamado Final e a Libertação da Alma

“Escuta, ó Discípulo, o chamado que vem do Filho para a Mãe, e então obedece.

A Palavra sai de que a forma cumpriu o seu propósito.

O princípio da mente então se organiza e repete essa Palavra.

A forma que espera responde e se desprende.

A alma fica livre.

Responde, ó Tu que Ascendes, ao chamado que vem dentro da esfera da obrigação;

reconhece o chamado que emerge do Ashram ou da Câmara do Conselho onde aguarda o próprio Senhor da Vida.

O Som sai. Alma e forma juntas devem renunciar ao princípio da vida e assim permitir que a Mônada fique livre.

A alma responde.

A forma então rompe a conexão.

A vida está agora libertada, possuindo a qualidade do conhecimento consciente e o fruto de toda experiência.

Estes são os dons da alma e da forma combinadas.”

Bailey chama esta de “a lei final e a mais misteriosa de todas”.

Ela é “a enunciação de uma nova lei que substitui a Lei da Morte”, e só vale para as etapas finais do discipulado, que ela situa “no período depois da segunda iniciação e antes de tomar a terceira”.

E impõe uma condição: a lei “não se aplica de modo algum enquanto a natureza emocional puder perturbar o ritmo claro da personalidade”.

Ao comentá-la, Bailey menciona ainda a Lei da Diferenciação, cujo domínio o iniciado precisa demonstrar para conhecer os sete Caminhos.

A Lei da Morte e a da Dissolução, que esta lei substitui, estão em “As Sete Leis do Sistema Solar Segundo Alice Bailey”.

As Três Leis Maiores da Saúde

Num capítulo anterior do mesmo livro, Bailey fala de “três leis maiores da saúde e sete leis menores”, que atuam nos três mundos.

As sete menores não são nomeadas.

As três maiores correspondem aos três aspectos do Logos e às três grandes divisões do organismo:

LeiAspectoOnde se expressa
A lei que controla a vontade de viverVontade ou poderOs órgãos da respiração e a faculdade do sono
A lei que controla a igualdade de ritmoAmor ou sabedoriaO coração, o sistema circulatório e o sistema nervoso
A lei que controla a cristalizaçãoAtividadeOs órgãos de assimilação e eliminação

Bailey dá a cada uma um caminho de cura.

Pelo desenvolvimento da boa vontade, “que é a vontade de boa intenção e motivo”, virá a cura das doenças das vias respiratórias, e a morte passará a ser “o reconhecimento, pela alma, do trabalho consumado”.

Pela compreensão das leis da vitalidade, que incluem “as leis que governam o prana, a radiação e o magnetismo”, virá a cura das doenças do sangue, de certas doenças nervosas, da falta de vitalidade e da má circulação.

E pela compreensão dos métodos corretos de assimilação e eliminação, a cura das doenças do estômago, dos intestinos e dos órgãos de geração.

Sobre a segunda, Bailey observa que ela “controla de modo supremo o corpo etérico e a sua assimilação de prana”, e o corpo etérico é “o próximo campo de esforço, de experimento e de descoberta”.

Leis Menores da Cura

Ao longo de Esoteric Healing aparecem outras leis, cada uma com o seu lugar no trabalho do curador.

A Lei da Libertação aparece quando Bailey trata da atitude humana diante da doença.

Quando o pensamento humano inverter as ideias habituais e aceitar a doença “como um fato da natureza, o homem começará a trabalhar com a lei da libertação, com o pensamento correto, levando à não-resistência”.

Hoje, pelo seu antagonismo intenso à doença, ele “só tende a energizar a dificuldade”.

A Lei da Transmutação governa a relação entre certos centros, “o processo de elevar as forças de um centro para outro”:

do sacro ao laríngeo, do plexo solar ao cardíaco, da base da coluna à cabeça.

Os centros são o tema de “Os Sete Centros de Força Segundo Alice Bailey”.

A Lei da Vida, por fim, é o último dos requisitos que Bailey enumera para o curador:

o “poder de, por fim, manejar a Lei da Vida”.

Ela só pode ser manejada por quem desenvolveu a consciência da Tríade Espiritual, e está tratada em “A Lei de Síntese Segundo Alice Bailey”.

Conclusão

As dez leis começam pela alma inibida e terminam na alma que fica livre.

Entre esses dois pontos, Bailey descreve as raízes da doença (o passado, a herança, a fricção entre alma e personalidade, a centralização da energia), o caminho da energia até a glândula, as duas forças que produzem a morte e o método da perfeição, que é a inofensividade.

As regras pedem ao curador que conheça o estado interior de quem o procura, que viva com pureza, que trabalhe com o centro certo, que una alma, coração, cérebro e mãos e, sobretudo, que use o amor e não a vontade.

Bailey resume a condição de tudo isso ao comentar a sexta regra:

se o curador cumprir em si esses requisitos, “então, sem obstrução nem dificuldade, o amor puro fluirá através dele e o paciente será curado, se tal for a lei para ele”.

Fontes Diretas

  • Esoteric Healing, “Part Three, The Fundamental Laws of Healing” (as Leis da Natureza, da Alma e da Vida, a Lei da Integridade Essencial, as seis regras e a integridade realizada, foco, tensão e expressão, a cura acidental, o requisito de manejar a Lei da Vida, a vontade como lago de poder);
  • Esoteric Healing, “Chapter VIII, The Laws and Rules Enumerated and Applied, Part 1” (o texto das dez leis e das seis regras, o caráter novo do sistema, o curador e o destino, a cura do corpo físico e o bem espiritual, a medicina e a abordagem do homem inteiro, o comentário das Leis I e II);
  • Esoteric Healing, “Part 2” (o comentário da Lei IV, a fricção entre alma e personalidade);
  • Esoteric Healing, “Part 3” (a Lei da Transmutação);
  • Esoteric Healing, “Part 4” (as três vidas e a Lei do Isolamento ou da Limitação);
  • Esoteric Healing, “Part 5” (a Lei da Perfeição e a inofensividade perfeita);
  • Esoteric Healing, “Part 6” (o amor puro e “se tal for a lei para ele”, a Lei X e o período entre a segunda e a terceira iniciação, a Lei da Diferenciação);
  • Esoteric Healing, “Chapter I, The Psychological Causes of Disease, Part 4” (as três leis maiores e as sete menores da saúde, a boa vontade, as leis da vitalidade, assimilação e eliminação);
  • Esoteric Healing, “Part One, The Basic Causes of Disease” (a lei da libertação e a não-resistência);
  • Esoteric Healing, “Chapter III, Our Karmic Liabilities, Part 2” (a Lei da Imperfeição).

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