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As Leis do Grupo e do Ashram Segundo Alice Bailey

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As Leis do Grupo e do Ashram Segundo Alice Bailey

Introdução

Grande parte do que Alice Bailey escreveu nos últimos livros trata de grupos:

os grupos de discípulos que ela mesma acompanhou, os Ashrams dos Mestres, o Novo Grupo de Servidores do Mundo.

Ao longo desse ensino aparecem leis com nomes pouco conhecidos:

a Lei do Silêncio, a Lei da Realização, a Lei da Obediência Oculta Livre, a Lei da Assembleia.

Cada uma aparece uma ou duas vezes, quase sempre numa instrução dirigida a discípulos, e quase nunca é explicada por extenso.

Reunidas, elas mostram como Bailey entendia a vida de um grupo espiritual.

Ela dá a essas leis um nome comum.

Em The Rays and the Initiations, ao começar o comentário das quatorze regras para a iniciação em grupo, escreve que trata delas “para dar a vocês uma compreensão mais plena das Leis da Vida de Grupo, de que tratei em alguns dos meus outros livros”.

Este texto percorre essas leis, das mais gerais às que regem o interior de um Ashram.

As sete Leis da Alma, que Bailey chama também de leis da vida de grupo, têm artigo próprio:

“As Sete Leis da Alma Segundo Alice Bailey”.

O mapa completo de todas as leis está em “As Leis Segundo Alice Bailey: a Arquitetura da Lei”.

O Que é uma Lei, Vista de Dentro de um Grupo

Bailey dá duas definições de lei que importam aqui.

Em Discipleship in the New Age, Vol. I: “Uma lei é uma expressão ou manifestação de força aplicada, sob o poder do pensamento, por um pensador ou grupo de pensadores.”

Em Esoteric Healing: “O que é uma lei, meu irmão? É a imposição (tanto sobre o menor quanto sobre o mais importante) da vontade e do propósito daquilo que é superlativamente grande.”

Na mesma passagem de Esoteric Healing, ela situa as leis que conhecemos:

“Nossas leis hoje são apenas leis secundárias.

São as leis da vida de grupo, e governam os reinos da natureza e encontram a sua expressão (para o reino humano) por meio da mente, da natureza emocional e de um agente no plano físico.”

Acima delas há leis primárias, que Bailey diz apenas enunciar.

“O homem tem um dia de aprender que todas as leis da natureza têm as suas contrapartes espirituais superiores.”

A Lei da Vida de Grupo

Em Esoteric Psychology, Vol. I, Bailey aponta três leis capazes de resolver os problemas modernos: a Lei do Renascimento, a Lei do Amor e uma terceira que nasce das duas.

“É a Lei da Vida de Grupo.

As nossas relações de grupo precisam ser vistas e reconhecidas.

Não apenas um homem deve cumprir com amor as suas obrigações familiares e nacionais, mas deve pensar nos termos mais amplos da própria humanidade, e assim trazer à expressão a Lei da Fraternidade. A fraternidade é uma qualidade de grupo.”

Ela imagina uma geração que decidirá as suas escolhas por perguntas simples:

“Esta ação minha tenderá ao bem do grupo?

O grupo será ferido ou sofrerá se eu fizer isto ou aquilo?

Isto beneficiará o grupo e produzirá progresso de grupo, integração de grupo e unidade de grupo?”

A ação que não passar por essas perguntas será, com o tempo, descartada naturalmente.

As Leis do Renascimento e do Amor são tratadas no artigo desta série sobre o renascimento.

A Lei da Fraternidade aparece em outros pontos.

Em A Treatise on White Magic, Bailey vê no corpo etérico, ligado por linhas de força ao corpo etérico do sistema que o envolve, a base “para a lei da fraternidade ou unidade”.

Em The Externalisation of the Hierarchy, ela descreve em cada nação os que veem a visão das relações humanas corretas e “procuram viver pela lei da fraternidade”.

E em Discipleship in the New Age, Vol. I, ela critica os que, durante a guerra, consideraram qualquer tomada de posição “uma infração da lei da fraternidade”, dispostos a sacrificar o bem da humanidade inteira a um impulso sentimental de amar todos os homens sem tomar decisão alguma.

As Sete Leis do Trabalho de Grupo

O núcleo técnico do assunto está em A Treatise on Cosmic Fire, na seção sobre as relações de grupo.

Ali Bailey enumera as três relações de cada átomo (com as unidades que formam o seu corpo, com a sua própria vida e com a unidade maior de que faz parte), as sete leis do trabalho de grupo e os vinte e dois métodos de interação.

As sete leis são as mesmas sete Leis da Alma, e Bailey diz delas:

“Estas sete leis são as que são verificadas e conscientemente estudadas em todos os grupos que trabalham sob os Mestres.”

O seu destino é prático. “São estas leis que o próximo ciclo de regeneração enunciará, e que o Grande Senhor demonstrará na Sua vinda, e são estas leis que serão gradualmente aplicadas aos métodos de trabalho de todas as organizações, irmandades, fraternidades e círculos maçônicos.”

Uma delas, a Lei do Progresso de Grupo, Bailey chama de “a nova lei vindoura a ser percebida pelos discípulos do mundo”.

O nome, explica ela em Esoteric Psychology, Vol. II, “é a frase dada pelos seres humanos a um tipo particular de energia que está produzindo a coerência das unidades num grupo, formando-as assim num organismo vivo.

Os reconhecimentos que daí decorrem são os de afinidade de grupo, objetivo de grupo e meta de grupo.”

Em Cosmic Fire, ela resume o seu princípio:

“a elevação de uma unidade resulta na elevação do grupo”.

Os Grupos-Semente e as Dez Leis

Em Discipleship in the New Age, Vol. I, Bailey descreve os dez grupos-semente que acompanhou a partir de 1931, cada um voltado para um campo de serviço.

Ela dá aos seus membros quatro orientações;

uma delas é “cultivar a dupla capacidade de aplicar as leis da alma à vida individual e as leis do grupo à vida do grupo”.

Por trás desses grupos externos, diz Bailey, existe uma contraparte interna completa.

“Estes dez grupos internos, formando um só grupo, estão relacionados com os Ashrams dos Mestres e são, cada um deles, expressão de dez leis, ou governados por elas, que encarnam os fatores controladores do trabalho de grupo.”

E prossegue: “Estes dez grupos internos, encarnando dez tipos de força e trabalhando sinteticamente para expressar dez leis, são um esforço para trazer condições novas e diferentes e, assim, produzir uma civilização nova e melhor.”

Bailey não dá nome a essas dez leis.

Diz apenas que os grupos externos são “um esforço tentativo e experimental para ver até que ponto a humanidade está pronta para tal empreendimento”.

A exigência que ela faz aos membros é clara:

“Neste tipo de trabalho de grupo, os sentimentos, reações, desejos e sucessos do indivíduo decididamente não contam.

Só é considerado importante aquilo que favorecerá o esforço do grupo e enriquecerá a consciência do grupo.”

Em compensação, o grupo protege o indivíduo: a força que entra pode ser forte demais para um discípulo sozinho, “mas a força é partilhada pelo grupo se há completa reconciliação no grupo”.

As Leis da Vida no Ashram

Um Ashram, escreve Bailey, “não é um grupo de pessoas buscando realização espiritual.

É um centro de atividade de grupo, varrido por energias que (quando lhes é dado pleno e adequado curso) permitem ao grupo executar o plano do Mestre e atender à necessidade humana”.

As leis que regem esse centro aparecem quase todas nas instruções pessoais de Discipleship in the New Age.

A Lei do Silêncio

Numa instrução a um discípulo, Bailey descreve três círculos do Ashram, que não são graus.

O primeiro é o círculo “dos que falam e que ficam perto da porta exterior”.

O segundo, “dos que conhecem a lei do silêncio, mas a acham difícil.

Ficam na parte central e não pronunciam palavra.

Ainda não conhecem o silêncio do Ashram.”

O terceiro, “dos que vivem no lugar secreto e quieto. Não usam palavras e, no entanto, o seu som se propaga, e quando falam (e falam) os homens escutam”.

A mesma instrução liga o silêncio a dois princípios que regem a vida do Ashram, a Integração de Grupo e o Direito de Acesso:

“No círculo dos que falam não há integração de grupo.

O direito de acesso vem aos que conhecem a Lei do Silêncio.”

A Lei da Obediência Oculta Livre

Em Discipleship in the New Age, Vol. II, Bailey explica como o discípulo recebe o Plano:

o Mestre transmite a natureza do Plano ou do Propósito, segundo o grau do iniciado, “e isto é aceito por ele sob a Lei da Obediência Oculta Livre”.

A palavra “livre” pesa tanto quanto “obediência”.

E Bailey logo a limita:

o discípulo “não deve permanecer para sempre dependente da transmissão do pensamento divino” pelos mais avançados.

Deve aprender “a fazer os seus próprios contatos” e a penetrar, sem ajuda, nos processos de pensamento de Sanat Kumara.

Em The Rays and the Initiations, ela descreve as fases desse aprendizado.

Primeiro, o discípulo encontra no plano físico um grupo cujos ideais correspondem aos seus, e com ele “trabalha, aprende e, aprendendo, sofre muito”.

Depois entra no Ashram de um Mestre, onde procura acomodar-se aos métodos do grupo, “trabalhando sob a lei da obediência oculta pelo bem-estar da humanidade”.

O iniciado já não trabalha de nenhum desses modos:

o seu serviço é invocado pelos grupos que precisam dele.

A Lei da Realização e o Paradoxo Oculto

A lei que governa o progresso dentro de um Ashram tem nome próprio.

“A lei oculta que governa todo progresso num Ashram é às vezes chamada de Lei da Realização.

Com isso se quer dizer o pleno cumprimento, pelo discípulo, das exigências de serviço no plano externo.”

Bailey explica o seu efeito como um paradoxo:

quando o serviço é tão pleno e eficaz quanto o discípulo pode prestá-lo, então, “sob uma condição que é da natureza de um paradoxo oculto de grupo, a sua eficácia exterior produz uma eficácia interior”. Sempre se ensinou que a eficácia interior produz serviço iluminado.

“Agora aprendam o outro lado desta verdade.”

Parte do serviço dos membros de um Ashram, acrescenta Bailey, é abrir espaço para novos aspirantes, apressando o próprio progresso.

Quando discípulos avançam para uma iniciação mais alta ou para um Ashram mais potente, as vagas são sempre preenchidas.

A Lei do Paradoxo Oculto aparece também em escala maior.

Em Discipleship in the New Age, Vol. II, Bailey lembra que os sete raios são nitidamente diferentes em cor e efeito e, ao mesmo tempo, “sob a Lei do Paradoxo Oculto, os sete Senhores do Ser (os sete Raios) são amplamente diferentes, mas permanecem não separativos”.

A Lei das Relações Positivas e Negativas

Ao descrever os seis estágios do discipulado, do discípulo pequeno ao chela no coração do Mestre, Bailey nomeia a lei que está por baixo de todos eles:

“A Lei das Relações Positivas e Negativas está na base de todos estes estágios.

Aquilo que é superior é, a princípio, sempre negativo para o que é inferior;

depois ocorrem mudanças intermediárias que tornam o superior positivo para o inferior, e conduzem, assim, à subida constante do Caminho da Vida e da Escada da Ascensão Espiritual.”

A Lei da Aceitação

A Lei da Aceitação aparece numa carta a um discípulo impedido por uma deficiência física de servir como gostaria.

Bailey chama de ilusão o seu sentimento de futilidade e de serviço incompleto, e lembra que a própria Hierarquia trabalha por trás da cena, por meio de outros.

E conclui: “A Lei da Aceitação é uma lei divina, e liberta da ilusão, deixando a alma livre para a realidade do serviço.”

A Lei da Continuidade Oculta

Em The Rays and the Initiations, ao tratar do aspecto destruidor no trabalho de um grupo que se prepara para a iniciação, Bailey diz que o método empregado é o uso da Vontade do grupo.

E impõe uma condição:

“a Vontade do grupo só pode aparecer sob a Lei da Continuidade Oculta quando, e se, o grupo estiver funcionando inteligentemente e demonstrando amor adequadamente”.

A vontade de um grupo só se sustenta se a inteligência e o amor estiverem presentes.

A Lei do Ritual

Numa instrução a um discípulo com forte influência do sétimo raio, Bailey descreve esse raio como “o raio do interlúdio”, que se torna ativo quando o trabalho atrativo e magnético dos raios construtores está pronto para se precipitar no mundo fenomênico e produzir, “sob a Lei do Ritual e do Cerimonial Divino, novas fases de trabalho”.

Essas fases nascem no silêncio da abstração, são liberadas quando o interlúdio de tensão termina e se tornam eficazes quando o interlúdio de reconhecimento permite um novo foco.

A Lei da Assembleia

A Lei da Assembleia é, nas palavras de Bailey, “uma lei a que ainda não fiz referência em nenhuma das minhas instruções anteriores”.

O iniciado entra sob a sua influência depois da quarta iniciação, como fruto da sua submissão à Lei do Sacrifício.

Ela se refere a um trabalho em Shamballa, onde, sob essa lei, energias de fora do planeta são trazidas para a redenção dos mundos do ser e da forma.

Bailey liga essa lei a um equívoco teológico.

A ideia de que o propósito do Logos planetário será substituído por algo “que estará à altura do propósito do Pai” foi, diz ela, deturpada pelo ensino cristão da “expiação vicária”.

“Isto nasceu de uma confusão básica entre a Lei do Sacrifício e a Lei da Assembleia.”

O Sacrifício tem artigo próprio: “O Sacrifício Segundo Alice Bailey”.

A Lei da Distribuição

Em The Rays and the Initiations, ao descrever o trabalho do Mestre no Caminho do Trabalho Magnético, Bailey dá seis frases para sugerir um processo. A última é:

“trabalho diretivo sob a Lei da Distribuição”, isto é, “direção rumo à meta”.

O processo inteiro se resume em “recepção, depois direção, produzindo rejeição e impacto onde o agente que rejeita determinou”.

Os Caminhos são o tema de “Os Sete Caminhos Além da Iniciação”.

As Leis do Novo Grupo de Servidores

Em Discipleship in the New Age, Vol. II, Bailey observa que se falou muito em fraternidade e em sermos todos filhos de Deus, e que isso pouco mudou a maneira como os homens se tratam.

O Novo Grupo de Servidores do Mundo, diz ela, falará em outros termos, com ênfase em três leis e três princípios:

LeisPrincípios
A Lei das Relações Humanas CorretasO Princípio da Boa Vontade
A Lei do Esforço de GrupoO Princípio da Unanimidade
A Lei da Aproximação EspiritualO Princípio da Divindade Essencial

Ela acrescenta que todos os seus livros tratam, no fundo, das regras que governam a capacidade de fazer trabalho de grupo, “que é o trabalho com o qual a Hierarquia está eternamente comprometida”.

E esclarece o sentido de unanimidade: uma situação unânime “não é uma situação que, do ponto de vista espiritual, seja imposta.

É da natureza de uma reação mútua espontânea”, evocada pela resposta imediata de uma alma, em contato com a sua personalidade, a uma verdade espiritual.

O Novo Grupo tem artigo próprio:

“O Novo Grupo de Servidores do Mundo”.

A Lei que Não Dispensa Ninguém

De todas as leis de grupo, Bailey diz de uma só que não admite exceção.

Em Glamour: A World Problem, ela descreve o discípulo que, ao longo do caminho, se revolta contra o controle e cai de novo na ilusão da sua suposta liberdade.

E responde: “Há liberdade do controle da personalidade.

Há liberdade do controle das personalidades.

Mas nunca há liberdade da Lei do Serviço.”

Em The Rays and the Initiations, ela aparece ainda junto dos Mestres, como a lei que acompanha a Lei da Inevitabilidade na sexta iniciação.

Conclusão

As leis do grupo e do Ashram não chegam ao discípulo como mandamentos.

Aparecem quase sempre numa carta pessoal, quando alguém está pronto para ouvi-las:

a quem fala demais, a Lei do Silêncio; a quem se sente inútil, a Lei da Aceitação; a quem busca o progresso interior, a Lei da Realização, que o leva pelo serviço exterior.

Juntas, descrevem um grupo em que o indivíduo não desaparece, mas aprende, como Bailey escreve em Cosmic Fire, que “nenhum homem vive para si mesmo”.

Fontes Diretas

  • The Rays and the Initiations, “Introductory Statement” (as Leis da Vida de Grupo), “Rule Two” (a lei da obediência oculta e as fases do discípulo), “Rule Eleven” (a Lei da Continuidade Oculta) e “Section One, The Aspirant and the Mysteries of Initiation, Part 3” (a Lei da Distribuição) e “Part 4” (a Lei do Serviço e os Mestres);
  • Esoteric Healing, “Chapter I, The Psychological Causes of Disease, Part 1” (o que é uma lei, as leis secundárias da vida de grupo);
  • Discipleship in the New Age, Vol. I, “Section One, Discipleship in the New Age, Part 2” (os grupos-semente, as dez leis, a definição de lei, os sentimentos do indivíduo não contam), “Section Two, Personal Instructions to Disciples (Continued), Part 3” (a Lei da Aceitação), “Section Three, The Six Stages of Discipleship, Part 4” (o Ashram como centro de atividade de grupo, a Lei das Relações Positivas e Negativas) e “Section Four, Summary of the Tibetan’s Work” (a lei da fraternidade e a guerra);
  • Discipleship in the New Age, Vol. II, “Section One, Talks to Disciples, Part 1” (a Lei do Paradoxo Oculto e os sete raios), “Section Two, Teachings on Meditation, Part 2” (a Lei da Obediência Oculta Livre) e “Part 6” (as leis e princípios do Novo Grupo de Servidores, a unanimidade), “Section Three, Teachings on Initiation, Part 7” (a Lei da Assembleia e a expiação vicária), “Section Four, Personal Instructions to Disciples, Part 1” (a Lei do Ritual e do Cerimonial Divino), “Part 5” (a Lei do Silêncio, os três círculos, Integração de Grupo e Direito de Acesso) e “Part 13” (a Lei da Realização e o paradoxo oculto de grupo);
  • Esoteric Psychology, Vol. I, “3. The Animal Kingdom, Part 3” (a Lei da Vida de Grupo e a Lei da Fraternidade);
  • Esoteric Psychology, Vol. II, “II. The Seven Laws of Soul or Group Life, Part 4 e Part 5” (a Lei do Progresso de Grupo, a nova lei vindoura, a coerência das unidades);
  • A Treatise on Cosmic Fire, “III. Group Relations” (as relações atômicas, as sete leis do trabalho de grupo estudadas em todos os grupos sob os Mestres, a aplicação às organizações e fraternidades, a elevação do grupo, “nenhum homem vive para si mesmo”);
  • A Treatise on White Magic, “Hindrances to Occult Study” (o corpo etérico e a lei da fraternidade);
  • The Externalisation of the Hierarchy, “Section Two, The General World Picture, Part 7” (os que vivem pela lei da fraternidade);
  • Glamour: A World Problem, “Section One, The Nature of Glamour, Part 1” (nunca há liberdade da Lei do Serviço).

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