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A Lei de Síntese Segundo Alice Bailey

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A Lei de Síntese Segundo Alice Bailey

Introdução

Das três leis cósmicas, a Lei de Síntese é a mais alta e a menos explicada.

Alice Bailey escreve longamente sobre a Economia e a Atração em A Treatise on Cosmic Fire, mas, ao chegar à Síntese em The Rays and the Initiations, admite o limite:

“Da Lei de Síntese, posso dizer-lhes pouco.”

O pouco que ela diz, porém, está espalhado por quase toda a obra e forma um quadro coerente.

A Síntese é “a lei da existência espiritual”, “a principal Lei do Espírito no universo”, a lei que governa o primeiro aspecto da Divindade, a vontade.

Ela rege a vida da Mônada e da Tríade Espiritual, o Concílio de Shamballa e o instante em que a vida se retira de uma forma que já cumpriu o seu papel.

Este texto reúne esse quadro:

o lugar da Síntese entre as três leis, o momento em que ela começa a agir no homem, a distinção que Bailey faz entre fusão, unidade e síntese, os que manejam a lei e as leis vizinhas que só aparecem em uma ou duas passagens da obra.

O mapa completo de todas as leis está em “As Leis Segundo Alice Bailey: a Arquitetura da Lei”.

A Lei do Primeiro Aspecto

Nos Postulados Introdutórios de Cosmic Fire, Bailey distribui as três leis cósmicas pelos três aspectos:

a Economia governa a matéria, a Atração governa a alma, e a Síntese é “a lei que governa o espírito, ou o primeiro aspecto”.

A Lei de Síntese, escreve ela, “é a lei da vida do Pai”, e o primeiro Logos, que encarna a vontade cósmica, “é controlado pela Lei de Síntese, a lei cósmica que governa a tendência à unificação”.

Essa unificação é de outra natureza que a da Atração.

Não se trata “da unificação de matéria e Espírito, mas da unificação dos sete nos três, e no um”.

Por isso Bailey distingue os três movimentos com precisão: a Economia “se manifesta como um impulso”, a Atração “como uma atração”, a Síntese “como uma tendência a se concentrar num centro, ou a se fundir”.

A Síntese entra em ação, diz Bailey, “depois que espírito e matéria estão se fundindo e se adaptando um ao outro”.

Ela “governa a síntese final do Eu com o Eu, e por fim com o Eu Universal, e também da essência com a essência, em contraste com a síntese de matéria e Espírito”.

As entidades cósmicas que a encarnam seguem “a lei da unidade imposta, e da homogeneidade essencial”.

Os seus efeitos são cinco:

Efeito da Lei de SínteseO que significa
AbstraçãoA vida é retirada da forma
Libertação espiritualO espírito se solta da matéria
Destruição da forma pela retirada do EspíritoO aspecto Destruidor
Homogeneidade absoluta e unidade essencial absolutaNada resta separado
Movimento progressivo para a frenteO sistema avança no espaço

O último efeito aparece também na descrição do raio da vontade inteligente, que é “governado pela Lei de Síntese” e é a base do movimento do sistema “que pode ser melhor descrito como o de avançar pelo espaço, ou progressão para a frente”.

No homem, o fogo correspondente é a Chama Divina da Mônada, “governada pela Lei de Síntese” e causa “do movimento progressivo para a frente do Jiva em evolução”.

Bailey dá ainda duas definições curtas. A Síntese “é a lei de uma vontade de ser coerente, que persiste não apenas no tempo e no espaço, mas dentro de um ciclo ainda mais vasto”.

E “a Lei de Síntese tem conexão direta com Um que é ainda mais elevado que o nosso Logos, e é a lei do controle exercido por Ele sobre o Logos do nosso sistema”.

Qual Lei Contém Qual

Quem lê as passagens lado a lado encontra uma aparente contradição.

Na abertura da divisão sobre a Atração, Bailey diz que esta é “apenas um ramo subsidiário” da Lei de Síntese.

Nas Observações Introdutórias, diz que a Síntese é “um termo genérico que se verá, por fim, incluir as outras duas leis como subdivisões”.

Mas, ao tratar do pralaya, chama a Síntese de ramo da Atração.

Bailey resolve a questão ela mesma, num trecho sobre a natureza da mente:

“No sentido mais amplo da ideia, as Leis de Economia e de Síntese são apenas divisões daquela mesma lei cósmica da qual Atração e Repulsão são também manifestações. Esta lei cósmica, demonstrando-se assim de forma tríplice, poderia (por falta de termo melhor) ser chamada de Lei do Ser.”

As três leis são faces de uma só.

Qual delas parece conter as outras depende do ponto de vista:

o da forma, o da alma ou o do espírito.

Quando a Síntese Começa a Agir

Para o átomo, a Síntese é apenas levemente sentida.

Para o homem, “começa a ser sentida aos poucos”.

Para um Homem Celestial, é a lei primária.

Em Esoteric Psychology, Vol. II, Bailey diz que ela “governará o homem quando ele tiver chegado ao Caminho da Iniciação, mas que, por enquanto, significa pouco no seu desenvolvimento”.

Em Discipleship in the New Age, Vol. II, ela marca o momento com precisão. Depois da primeira iniciação, o discípulo passa da Economia à Atração.

“Mais tarde, depois da quarta iniciação, o discípulo fica cada vez mais sob a Lei de Síntese, que é a principal Lei do Espírito no universo.

A sua capacidade de incluir se desenvolve então rapidamente, e o seu senso de percepção pode (depois da sexta Iniciação, a da Decisão) começar a se estender de maneira extraplanetária.”

Em The Rays and the Initiations, Bailey descreve a situação atual:

“muitos iniciados e discípulos avançados estão se tornando conscientes do significado da Lei de Síntese e estão reagindo ao seu impacto”.

O sentido correspondente é a visão. Pela Economia o homem ouve; pela Atração, toca.

Depois, “tendo apreendido e então contatado, os seus olhos se abrem e ele reconhece o seu lugar na ordem inteira sob a Lei de Síntese”.

A visão é “o reconhecimento da totalidade, a síntese de tudo, a realização do Um no Múltiplo”.

Bailey divide a evolução em três etapas: a involução sob a Economia, a evolução até o Caminho Probatório sob a Atração, e a evolução no Caminho sob a Síntese, quando ocorre “a rejeição final da forma” e o Eu “se funde com o Eu Universal”.

A Lei da Vida

Em Esoteric Healing e em The Rays and the Initiations, Bailey dá à Síntese um segundo nome.

Ela descreve a morte como “um meio de abstrair o princípio vital, informado pela consciência, da forma dos corpos nos três mundos”.

E continua: “Assim, a grande síntese emerge, e destruição, morte e dissolução não são, na realidade, mais do que processos de vida.

A abstração é indicativa de processo, progresso e desenvolvimento.

É com este aspecto da Lei da Vida (ou Lei de Síntese, como é chamada em certas conotações mais amplas) que o iniciado lida especificamente.”

A morte comum, aquela que a alma provoca, ocorre sob a Atração, como mostra “A Lei de Atração Segundo Alice Bailey”.

Há outra, mais alta.

Em The Rays and the Initiations, Bailey escreve que essa forma superior de destruição “não se manifesta sob a atividade ou a inatividade da Lei de Atração, como a morte que a alma produz.

Está definitivamente sob a Lei de Síntese, uma lei da esfera monádica da vida”.

Ela emana de um ponto fora dos cinco mundos da evolução humana e super-humana, assim como a destruição da forma nos três mundos emana da alma.

Entre os requisitos que Bailey lista para o curador, o último é o “poder de, por fim, manejar a Lei da Vida”.

Ela acrescenta:

“Disto pouco se pode dizer, pois só pode ser manejada por aqueles que desenvolveram, ou estão desenvolvendo rapidamente, a consciência da Tríade Espiritual, coisa ainda muito rara.”

Fusão, Unidade e Síntese

O ensinamento mais denso sobre a lei está na Regra XIII para discípulos e iniciados, em The Rays and the Initiations:

“Que o grupo compreenda a Lei de Síntese, da unidade e da fusão.” Bailey explica que ela é “a lei que governa as atividades da Tríade Espiritual, e a lei condicionante da vida monádica.

Não atua nem pelo uso da energia do amor nem pela aplicação do princípio de economia.”

As outras duas leis preparam o caminho.

Sob a Atração, “a natureza do amor é revelada, primeiro pelo desejo de vida na forma, e depois pela atração para a alma e a consequente resolução das dualidades de alma e personalidade”.

Essa unidade revela uma dualidade maior, a de alma e espírito, que também precisa ser resolvida, restando a dualidade essencial de Espírito e matéria.

É a ela que a Síntese se refere, e Bailey cita Blavatsky:

“A matéria é espírito no seu ponto mais baixo de manifestação, e o espírito é matéria no seu ponto mais alto.”

Os três termos da regra não são sinônimos, e Bailey os distingue:

TermoSegundo Bailey
Fusão“Está sempre relacionada com a fusão consciente de alma e substância até que se atinja um ponto de equilíbrio”; é “o processo individual de integração espiritual”
Unidade“A adaptação consciente do discípulo iniciado ao todo maior”, a sua absorção no grupo pela obediência às leis da alma, até que nele “o instinto de separação já não existe”
SínteseO que ainda falta aprender para trilhar o Caminho da Evolução Superior e escolher entre os sete Caminhos cósmicos

A unidade já é muito. “É, de fato, realização e libertação.”

Mas é ainda a unidade do raio, do Ashram e do Plano, a unidade da Hierarquia.

A Síntese vai além, e Bailey a define parafraseando uma antiga definição.

A Lei de Síntese “atua por meio dos Sete que, no entanto, são Um; que aponta para os sete caminhos e, no entanto, os que estão nos sete caminhos são um;

que inicia o universal no múltiplo, mas preserva a sua integridade;

que origina o plano, mas preserva intacto o propósito;

que vê a multiplicidade necessária sob a Lei do Sacrifício, mas subordina essa lei à Lei de Síntese;

que exala os muitos Sopros e, no entanto, é a própria Vida”.

“Nesta tentativa de parafrasear uma antiga definição da Lei de Síntese”, escreve Bailey, “disse tudo o que posso sobre o tema.”

E aponta o caminho para quem quer ir adiante: a construção do antahkarana, a ponte entre a personalidade e a Tríade Espiritual.

O tema tem artigo próprio em “A Ciência do Antahkarana”.

Quem Maneja a Lei

Bailey nomeia os que trabalham diretamente com a Síntese.

Na Regra XIII, ela é “a lei que governa o pensamento daquelas grandes Vidas que formam o Concílio de Sanat Kumara em Shamballa”.

Em Discipleship in the New Age, Vol. II, ela descreve os Nirmanakayas, que sustentam o pensamento criador do Logos planetário:

“Eles manejam a Lei de Síntese e mantêm firmemente (na Mente universal do Logos) o resultado último da Vontade-de-Bem divina.”

Em Shamballa, o Propósito do Logos planetário é conhecido “sob a impressão meditativa do grupo que conhece a Sua vontade e que maneja a Lei de Síntese”.

A lei define também um modo de trabalhar.

Em The Rays and the Initiations, Bailey descreve o construtor de primeiro raio:

ele trabalha “não pela Lei de Atração, como faz o segundo raio, mas pela Lei de Síntese, por um fiat da vontade, baseado num propósito e num programa claramente formulados”.

E observa que mesmo a ação magnética, que se costuma ligar ao segundo raio, “está mais próxima do funcionamento do primeiro raio” e “é um aspecto ou qualidade da Lei de Síntese”.

Era a esse poder que o Cristo se referia ao dizer:

“Eu, se for levantado, atrairei todos os homens a mim.”

Em The Reappearance of the Christ, Bailey fala de um Avatar ligado ao aspecto vontade, que acompanhará o Cristo:

“Ele trabalha sob a grande lei natural de Síntese, produzindo reconciliação, unificação e fusão.

A Sua função (em uníssono com a energia do Cristo) é gerar vontade espiritual na humanidade, a vontade-de-bem.”

A lei chega também à história das nações.

Em The Destiny of the Nations, Bailey diz que a força centrada em Londres é a do primeiro raio no seu aspecto construtor, e que o esforço ali “é expressar a Lei de Síntese, que é a nova ênfase que flui de Shamballa”, razão pela qual os governos de muitas nações ali encontraram asilo durante a guerra.

E chega ao trabalho de grupo.

Em The Rays and the Initiations, Bailey anuncia que a Hierarquia inteira prepara um passo à frente e que, “sob a grande lei da expressão sintética (chamada por nós de Lei de Síntese, a lei que governa o primeiro aspecto divino)”, esse passo precisa abranger o plano físico tanto quanto os planos superiores.

No mesmo livro ela enuncia uma regra de iniciação em grupo:

“É a lei do espírito que o discípulo deve se apresentar ao Iniciador de mãos vazias, mas que, em formação de grupo, os membros do grupo contribuam unidos com algo para o enriquecimento do Ashram.”

As Leis Vizinhas

Em torno da Síntese aparecem leis que Bailey nomeia uma ou duas vezes, quase sempre em passagens sobre os Mestres, Shamballa ou Sírius.

A Lei do Ser é, como vimos, o nome que Bailey dá à lei cósmica da qual as três são divisões.

Em Esoteric Healing, ela volta a usá-lo.

Depois de lembrar que no ciclo da manifestação “nada é estático ou fixo ou finalmente determinado”, ela adverte:

“Não se deixem enganar por momentos aparentes de realização.

São apenas prefácios para a mudança, pois tal é a Lei do Ser.”

E diz que o centro na base da coluna é “acima de tudo controlado e governado pela Lei do Ser”, porque está onde espírito e matéria se encontram.

A Lei da Liberdade governa a vida em Sírius.

Bailey descreve um princípio de liberdade, atributo da Divindade de que a humanidade sabe pouco, e diz que esse “afastamento” da forma emana de Sírius:

“é a lei da qual as três leis cósmicas, as Leis de Síntese, de Atração e de Economia, são apenas aspectos”.

Ela é para Sírius o que a Economia é para o nosso planeta, e o Mestre trabalhará com ela ao entrar num dos sete Caminhos.

“Este não é, como bem podem supor, o seu verdadeiro nome, pois, em última análise, liberdade e libertação são efeitos da sua atividade.”

Sob ela Sanat Kumara é chamado de “o Grande Sacrifício”.

A Lei da Inevitabilidade é conhecida pelos Mestres “como nenhum discípulo pode conhecer”.

Eles sabem que uma manifestação mais alta da divindade é possível, mas isso não lhes causa “preocupação nem tensão, nem ansiedade nem aspiração ardente”.

Essa lei, junto com a Lei do Serviço, os liberta na sexta iniciação para um campo mais amplo, com a certeza de que o seu equipamento é adequado ao passo seguinte.

A Lei da Ascensão aparece na Declaração Introdutória de The Rays and the Initiations.

Os Mestres passam a trabalhar como unidades de poder e não apenas de luz, e “os Seus lugares estão sendo ocupados, sob a Lei da Ascensão, pelos Seus discípulos mais antigos”, cujos lugares, por sua vez, passam a discípulos e probacionistas.

Bailey acrescenta que é essa verdade, “mal interpretada e chocantemente deturpada”, que está por trás do ensino sobre os chamados Mestres Ascensos difundido pelo movimento “I AM”.

A Lei da Compaixão abre a lista das verdades que, segundo The Externalisation of the Hierarchy, revelam a alma de Deus:

“Esta é a verdade da relação correta, da compreensão amorosa, do Amor ativamente expresso.

É o fundamento da fraternidade e a expressão da unidade interior.”

Em The Reappearance of the Christ, ela explica a vinda dos Avatares: em cada crise humana, “o Coração de Deus, impelido pela Lei da Compaixão, envia um Instrutor, um Salvador do mundo, um Iluminador, um Avatar”.

A Lei da Iminência aparece em Telepathy and the Etheric Vehicle.

Os membros da Hierarquia registram apenas os aspectos do Propósito divino que podem ser imediatamente apreendidos e desenvolvidos, e “agem sempre em resposta a uma Lei da Iminência, ou de previsão oculta, que é quase irreconhecível e indefinível pela humanidade avançada”.

A Lei da Vontade de Deus é mencionada em Cosmic Fire no contexto dos devas: os grandes construtores são “os transmissores da vontade de Deus”, e o impulso passa, sob essa lei, aos devas menores que representam a substância viva.

Em Esoteric Psychology, Vol. II, Bailey coloca acima das dezessete leis do sistema “o que poderíamos chamar de a grande lei da própria Divindade, a lei do propósito sintético de Deus”, completando as dezoito leis.

Por fim, Bailey reúne três leis numa só frase, ao falar do Caminho do Trabalho Magnético:

“a Lei de Atração, a Lei do Trabalho Magnético e a Lei cósmica de Síntese são três aspectos de uma Lei para a qual, por enquanto, não temos nome”.

Conclusão

A Lei de Síntese governa a vida do espírito.

A Economia separa a matéria e a Atração reúne a alma com as suas formas.

A Síntese conduz o que foi reunido de volta ao Um, e com isso é também a lei da libertação e da forma que se desfaz quando a vida se retira.

No homem, ela começa a ser sentida no Caminho e só domina depois da quarta iniciação.

Bailey não tenta explicar mais do que isso, e indica apenas o trabalho a fazer:

“Prossigam com o trabalho de construir o antahkarana, e a luz brilhará sobre o seu caminho e a revelação acompanhará os seus passos.”

Fontes Diretas

  • The Rays and the Initiations, “Rule Thirteen, Part 1” (a lei do Concílio de Sanat Kumara, “posso dizer-lhes pouco”, a lei da Tríade Espiritual e da vida monádica, matéria e espírito segundo Blavatsky, fusão, unidade e síntese, a antiga definição, o antahkarana), “Rule Eight” (a Lei da Vida), “Rule Fourteen, Part 2” (a destruição superior sob a Lei de Síntese), “Introductory Statement” (a Lei da Ascensão), “Introductory Remarks” (a lei da expressão sintética, a lei do espírito na iniciação em grupo), “Section One, The Aspirant and the Mysteries of Initiation, Part 2” (a ação magnética como aspecto da Síntese), “Part 3” (a Lei da Liberdade e Sírius, os iniciados que reagem à Síntese, os três aspectos de uma Lei sem nome), “Part 4” (a Lei da Inevitabilidade) e “Part 7” (o construtor de primeiro raio e o fiat da vontade);
  • A Treatise on Cosmic Fire, “Introductory Postulates” (as três leis e os três aspectos), “Introductory Remarks” (o raio da vontade inteligente, a Chama Divina da Mônada, a Síntese como termo genérico), “Introductory Questions, Part 1 e Part 2” (as três leis no átomo, no homem e no Homem Celestial), “Division A, Manas or Mind and its Nature, Part 2” (a Lei do Ser), “Division E, Motion on the Physical and Astral Planes, Part 1” (a unificação dos sete nos três e no um, a lei do controle de Um mais elevado, a vontade de ser coerente) e “Part 3” (a visão e as três etapas), “Division F, The Law of Economy” (a lei da unidade imposta e os cinco efeitos), “Division F, The Law of Attraction” (a vida do Pai, a tendência a se fundir, a Atração como ramo da Síntese), “3. The Solar Angels, the Agnishvattas, Part 3” (o pralaya e a Lei da Vontade de Deus), “4. The Fire Elementals, the Lesser Builders, Part 1” (os transmissores da vontade de Deus);
  • Discipleship in the New Age, Vol. II, “Section Two, Teachings on Meditation, Part 5” (os Nirmanakayas e Shamballa) e “Section Three, Teachings on Initiation, Part 8” (a Síntese depois da quarta iniciação);
  • Esoteric Psychology, Vol. II, “II. The Seven Laws of Soul or Group Life, Part 3” (a Síntese no Caminho da Iniciação, a lei do propósito sintético de Deus);
  • Esoteric Healing, “Chapter I, The Psychological Causes of Disease, Part 7” (a Lei do Ser e o centro na base da coluna), “Chapter V, The Process of Restitution, Part 1” (a Lei da Vida) e “Part Three, The Fundamental Laws of Healing” (manejar a Lei da Vida);
  • The Reappearance of the Christ, “Chapter One, The Doctrine of the Coming One” (a Lei da Compaixão e os Avatares) e “Chapter Four, The Work of the Christ Today and in the Future, Part 1” (o Avatar e a lei natural de Síntese);
  • The Externalisation of the Hierarchy, “Section Three, Forces Behind the Evolutionary Progress of the Race, Part 1” (a Lei da Compaixão);
  • Telepathy and the Etheric Vehicle, “Section One, Teaching on Telepathy, Part 3” (a Lei da Iminência);
  • The Destiny of the Nations, “5. The Significance of Certain Cities” (Londres e a Lei de Síntese).

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